domingo, fevereiro 28, 2010

sexta-feira, fevereiro 26, 2010

Semana da Leitura


Semana da Leitura


Na próxima segunda-feira terá início a Semana da Leitura da nossa escola.É notório o entusiasmo das professoras.

Maldita matemática




Realizou-se no passado dia 23 de Fevereiro na Biblioteca Municipal de Vila Real de Santo António, espectáculo de teatro destinado a alunos do 1.º, 2.º e 3.º ciclo, Ciclo "Cientificamente falando" - Maldita Matemática pela Companhia de teatro Dois Pontos.
A professora Assunção Pires e a professora Maria do Carmo Romão levaram uma turma de oitavo ano para assistir ao espectáculo

quarta-feira, fevereiro 24, 2010

APRESENTAÇÃO DA REVISTA NOVA ÁGUIA


Uma tarde com letras! No dia 24 de Fevereiro de 2010, pelas 17:00h, teve início na Biblioteca Municipal de Vila Real de Santo António, a apresentação da Revista Nova Águia nº4, da Zéfiro – Revista de Cultura do século XXI. Direcção de Paulo Borges, celeste Natário e Renato Epifânio. A apresentação esteve a cargo (na foto) do Director da Revista, Renato Epifânio e Maria Luísa Francisco (Membro do Conselho Geral). Uma revista com 208 páginas votada ao mundo lusófono, é capa de revista Teixeira de Pascoaes, com um cd inédito de Teixeira de Pascoaes “A Alma Ibérica”; Ensaio, poesia e outros temas com muito boa qualidade. Neste número conta com autores como Pinharanda Gomes, Paulo Borges, Luís Loia, António Cândido Franco, Samuel Dimas, Adriano Moreira, entre outros… Rubricas, páginas temáticas, poesia e tanto mais.
“Como é sabido, A Águia foi uma das mais importantes revistas do início do século XX em Portugal, em que colaboraram algumas das mais relevantes figuras da nossa Cultura, como Teixeira de Pascoaes, Jaime Cortesão, Raul Proença, Leonardo Coimbra, António Carneiro, António Sérgio, Fernando Pessoa e Agostinho da Silva.
A Nova Águia pretende ser uma homenagem a essa tão importante revista da nossa História, procurando recriar o seu “espírito”, adaptado aos nossos tempos, ao século XXI, como se pode ler no nosso Manifesto. Inspirando-se na visão de Portugal e do Mundo de Teixeira de Pascoaes, Fernando Pessoa e Agostinho da Silva, a NOVA ÁGUIA assume-se como um órgão plural.”
Ficámos curiosos e fomos ver… no próximo número: “os 100 anos d’a Águia e a situação cultural de hoje”. Não se esqueça, tem aqui um manancial de Literatura e Filosofia.

Queres saber um pouco mais? Muito bem! Visita o blog aqui da Nova Águia. http://novaaguia.blogspot.com

domingo, fevereiro 21, 2010

UMA TARDE COM ALBERT CAMUS


O dia começou com Sol, maravilhoso, pensamentos ao alto... caminhos a percorrer e o lugar era na Livraria Pátio de Letras, em Faro - Algarve - Portugal - 20 de Fevereiro de 2010, pelas 16:30h. Uma tarde com Albert Camus, pelo 50º Ano de sua morte. Literatura e Filosofia um lugar para um encontro em prol de Camus. Sala cheia, toda a atenção era pouca e o entusiasmo eivava pelos neurónios, despertando o gosto pela Filosofia Prática, vertente que o Dr. Jorge Humberto Dias evidenciou, sublinhando os aspectos práticos da mesma em Albert Camus. Temas como o "Sentido da Vida", o "Suicídio", a "Felicidade", entre outros proporcionaram um debate ímpar. Leituras agradáveis de excertos das obras de Camus por Rui Monteiro e toda uma Palestra com a responsabilidade de Ana Clara Santos. Estive lá, observei e registei. E tu que pensas de todos estes eventos? Já pensaste na importância que a Filosofia tem na tua vida? Uma coisa é a Psicologia, outra a Filosofia. A Filosofia pode despertar-te soluções para os teus problemas que em ti estavam adormecidas... vais pensar pela via da razão, pela vertente racional.
Afinal, por aqui toda a assistência ficou a pensar nas situações, uma vez que tudo tem um propósito, uma razão de ser e certamente a Filosofia tem uma utilidade prática. Não? Ou não lhe encontras utilidade alguma? Se não, espero que sejas capaz de fundamentar, do mesmo modo face à sua utilidade. Bem, até já... procura dar resposta ao sentido da tua vida, o propósito de estares por aqui... e a vida num destes dias será o "nada" aquilo do qual não se poderá pronunciar o quer que seja, tal como antes do que eras quando ainda não eras.

Ver: Pátio de Letras

VRSA - Jorge Ferro Rosa - 21.02.2010

domingo, fevereiro 14, 2010

Mais S. Valentim




Os grupos de Francês, Inglês e Espanhol celebraram o S. Valentim.

quinta-feira, fevereiro 11, 2010

S. Valentim na Biblioteca



Às Escuras o Amor




Um espectáculo sobre o amor para alunos do secundário, ou uma das maneiras mais bem conseguidas de dizer poesia. Valeu a pena.
Para o caso de alguém se esquecer o contacto é www.andante.com.pt

quinta-feira, fevereiro 04, 2010

quarta-feira, fevereiro 03, 2010

terça-feira, fevereiro 02, 2010

Rosa Lobato Faria morre br aos 77 anos


Rosa Lobato Faria morre aos 77 anos

Rosa Lobato de Faria nasceu em Lisboa em Abril de 1932.
Poeta e romancista, o essencial da sua poesia está reunido no volume Poemas Escolhidos e Dispersos, de 1997.
Em 1999, na ASA, publica A Gaveta de Baixo, um longo poema inédito acompanhado por aguarelas do pintor Oliveira Tavares.
O seu primeiro romance, O Pranto de Lúcifer, veio a público em 1995. Seguiram-se-lhe Os Pássaros de Seda (1996), Os Três Casamentos de Camilla S. (1997), Romance de Cordélia (1998), O Prenúncio das Águas (1999, Prémio Máxima de Literatura em 2000) e A Trança de Inês (2001).
Com os seus dois primeiros romances já traduzidos na Alemanha, a autora - hoje uma referência obrigatória na nova ficção portuguesa - viu recentemente o seu romance O Prenúncio das Águas publicado em França, com a prestigiada chancela das Éditions Métailié".

Mini biblioteca


Uma ideia para arrumarmos a biblioteca durante as obras.

domingo, janeiro 31, 2010

Bancos livros ou livros bancos




Em 2007 Istambul promoveu a leitura construindo bancos com formato de livros por toda a cidade. Os bancos representavam 18 livros de grandes poetas turcos. Uma ideia bem original!
(Casa das Letras)

Arte


O autor chama-se Rob Gonçalves. Procurem-no no Facebook no álbum de fotografias de Jorge Azevedo

sexta-feira, janeiro 29, 2010

31 de Janeiro


31 de Janeiro.

Gravura publicada na Illustração:
revista universal impressa em Paris, 1891, vol. 8

Gravura de Louis Tynayre que representa a Guarda Municipal a atacar os revoltosos entrincheirados no edifício da Câmara Municipal, durante a Revolta republicana do Porto.

A revolta de 31 de Janeiro de 1891 foi a primeira tentativa de implantação do regime republicano em Portugal.

quinta-feira, janeiro 28, 2010

Mais novidades



Atenção,o Livro dos Records é o mais procurado.

Novidades

Biblioteca

Sérgio Godinho




Sérgio Godinho apresenta livro de poemas
Primeira incursão de Sérgio Godinho pela poesia, o livro "O sangue por um fio", editado pela Assírio & Alvim, vai ser apresentado amanhã no Porto e em Espinho, às 18 e às 21.30 horas, respectivamente, no Museu Soares dos Reis e na Biblioteca local.
Depois de ter publicado "O pequeno livro dos medos", obra dirigida ao público infantil ilustrada pelo próprio, e da reunião dos seus textos musicais em "55 canções de Sérgio Godinho", o compositor e cantautor nascido no Porto há 65 anos abalançou-se finalmente na publicação dos poemas de sua autoria, um projecto acalentado há vários anos e agora concretizado.
O resultado é um livro dividido em sete capítulos, ilustrados por Tiago Manuel, em que a livre associação de ideias está na origem de parte significativa dos textos. Escritos ao longo de ano e meio, os 37 poemas apresentam uma unidade formal acentuada que os distingue dos poemas escritos por Godinho noutros períodos da sua vida e nunca publicados.
Numa entrevista concedida à revista "Os meus livros" aquando do lançamento nacional de "O sangue por um fio", o músico define os seus poemas como "farrapos da consciência, interrogações, considerações pessoais e dilemas" fortemente marcados pela passagem do tempo.
No Porto, o livro vai ser apresentado pelo ensaísta Arnaldo Saraiva, com leitura de poemas a cargo da actriz Júlia Correia, e em Espinho pelo jornalista Sérgio Almeida.

quarta-feira, janeiro 27, 2010

Atlas Kencke




Tem 1,75m de altura, dois metros de comprimento e é tão pesado que são necessárias seis pessoas para o transportar. O Atlas Klencke, considerado um dos maiores livros do mundo, foi um presente de um mercador holandês, Yohannes Klencke, para o rei Carlos II, em 1660, após a restauração da monarquia em Inglaterra e na Escócia.

O mega-livro será exibido na Biblioteca Britânica, em Londres, pela primeira vez em 350 anos, numa exposição intitulada "Magnificent Maps: Power, Propaganda and Art".

O mega-livro contém cerca de cem mapas que retratam o globo terrestre até ao século XVII. A grande atracção é um mapa-mundo, datado de 1623, desenhado por cartógrafos portugueses, quando o império estava já em declínio.

"Como naquele período, Portugal já não era tão dominante este mapa foi uma forma de propaganda. Era como se os portugueses reivindicassem todo o globo", explica Tom Harper, o curador da exposição, que estará aberta ao público a partir de 30 de Abril.

As ligações desta obra com Portugal não ficam por aqui. O monarca Carlos II foi casado com a princesa Catarina de Bragança , filha de João IV de Portugal , que lhe levou como dote a posse de Tanger e em homenagem à qual foi denominado o que hoje é o bairro nova-iorquino de Queens .

O mapa mais antigo incluído nesta exposição é o do Império de Roma, de 200 anos antes de Cristo.

sábado, janeiro 23, 2010

O que ela anda a ler


Respeitámos a privacidade de Keti Angelova

A Paixão de Descartes, Teresa Moure

A compra deste livro foi totalmente inesperada. Encontrei-o, um dia por acaso, enquanto procurava comprar um outro. Reparei no título, folheie-o e não resisti levar! Posteriormente, vim a saber que tenho nas mãos uma obra notável que ganhou vários prémios, entre os quais: o Prémio da Crítica Espanhola 2006, o Prémio Xerais de Romance 2005, o Prémio da Associação de Escritores em Língua Galega 2005, o Prémio Benito Soto 2005 e o Prémio Irmandade do Livro 2005.
Apesar de ainda não ter concluído a sua leitura, acho-o interessantíssimo, tanto pela maneira como a acção se desenrola como pela maneira como a autora decidiu contar-nos a história. Os capítulos dividem-se entre a história principal e excertos do Livro de Mulheres de Hélène Jans (a amante da rainha Cristina da Suécia), que aparecem alternadamente.
Pelo título percebemos que se trata da vida íntima de Descartes (filósofo notável durante o século das luzes, que foi considerado “o pai da filosofia moderna”), algo impossível de passar despercebido. E isto porque, este filósofo ficou conhecido na história pelo uso do racionalismo e pela criação da dúvida metódica. Ele definia o raciocínio como operação mental, discursiva e lógica. Duvidava de tudo até ao fim, de maneira a obter a verdade (só a verdade pura é que resistia a todas as interrogações e dúvidas).
Neste livro, pelo contrário são retratados episódios da sua vida que não constam nas biografias tradicionais. Três mulheres (a rainha Cristina da Suécia que era sua amiga íntima e presenciou os últimos meses da vida de Descartes, a amante da rainha, Hélène Jans e Inés Andrade uma estudante que vive nos dias de hoje, através da qual a autora do livro procurou mostrar-nos o lado desconhecido deste homem) são protagonistas e testemunhas privilegiadas da vida e das emoções do grande filósofo que não soube amar e que viveu nesse triste vazio cavado pela paixão mal vivida.

«Um notável romance que mistura a contemporaneidade – uma estudante de Descartes – com o tempo em que se insere a acção da pesquisa. Através do filósofo francês, a autora fala-nos do Século das Luzes e de mulheres brilhantes.»
Elle

«Uma obra intensa e memorável que dá voz ao espírito rebelde e ao desejo de liberdade das mulheres.»
El País



No teu Deserto, Miguel Sousa Tavares
Apesar de o tema destas publicações ser “O Que Eles Andam a Ler”, atrevo-me a partilhar com vocês um livro que já li no fim deste Verão. Trata-se do último romance de M. S. Tavares e da sua história invulgar que marcou todos os que a leram.
O romance é dedicado, como percebemos no início do livro, à Cláudia – que é protagonista da história e que já faleceu. É assim que tudo começa a ser contado, uma história que se passou há vinte anos, que desperta o nosso interesse desde a primeira página, não permitindo que descansemos, sem saber o que realmente aconteceu. O autor é, igualmente, protagonista da narração, mas ao longo da leitura deparamo-nos com a inversão de papéis, em que ele deixa de ser narrador e passa a “ouvir”as confissões de Cláudia, nunca reveladas até então.
Os protagonistas conhecem-se momentos antes de abalarem juntos para a travessia do deserto de Sahara. A sua história de amor é breve, intensa e verdadeira. À medida que vamos lendo, cada capítulo relata-nos episódios da viagem em que os dois, inconscientemente e irremediavelmente se vão apaixonando.
O que distingue esta, das outras histórias de amor é que os dois só ultrapassam os preconceitos e descobrem o seu amor quando já é tarde. Cláudia partiu deste mundo sem poder revelar os seus sentimentos ou ficar a saber que estes eram correspondidos.
Este “quase romance”, assim designado pelo próprio autor, é muito mais do que isso. É romance, é palco de confissões, episódios de alta tensão, comédia, amor e ternura.
Não deixemos nunca de acreditar que o amor é possível.

Passagens do livro:
«Dizem que as fotografias não mentem, mas essa é a maior mentira que já ouvi.(…)
Fiquei a olhar-te longamente, longa, longa, longamente. E longamente me fui dando conta de que tudo aquilo acontecera mesmo: eu não o sonhara, durante vinte anos. Nisso tecera mesmo: eu não o sonhara, durante vinte anos. Nisso quando guardam para sempre um instante que nunca se repetirá. As fotografias não mentem – esse instante existiu mesmo. Porém, a mentira consiste em pensar que esse instante é eterno, que dois amantes felizes e abraçados numa fotografia ficaram para sempre felizes e abraçados.»

«Ali estavas tu, então, tão nova que parecias irreal, tão feliz que era quase impossível de imaginar. Ali estavas tu, exactamente como te tinha conhecido. E o que era extraordinário é que, olhando-te, dei-me conta de que não tinhas mudado nada, nestes vinte anos: como nunca mais te vi, ficaste assim para sempre, com aquela idade, com aquela felicidade, suspensa, eterna, desde o instante em que te apontei a minha Nikon e tu ficaste exposta, sem defesa, sem segredos, sem dissimulação alguma.»

«Muitas vezes me tenho lembrado da Cláudia. Talvez menos do que seria normal, certamente menos do que ela merece. Mas, quando me lembro, vem-me a imagem desse riso ou da fugaz tristeza que às vezes lhe corria nos olhos e em que só estando atento se reparava.»

«Ao fim de vinte e quatro horas, eu só queria ser boa companhia para ti, para que tu fosses também para mim. Percebi que ia precisar de ti e percebi também que tu ias precisar de mim. A partir daí, foi tudo fácil, mesmo quando tu te zangavas e desatavas a ralhar comigo, chamando-me menina mimada ou inconsciente, e eu ficava calada, a rir-me por dentro e feliz – (devo-te isso: feliz) – porque adorava ouvir-te ralhar. Ao fim de um tempo, percebias que estava a falar sozinho e começavas a perder o ímpeto:
- Então, não dizes nada?
- Vá, não te zangues…
- Pois – respondias tu, desarmado. – Se me zango contigo, vou falar com quem, aqui fechado no jipe o dia inteiro?
E eu fazia-te uma festa na mão e tu pedias:
- Acendes-me um cigarro? (…)»

«Eu sei que ela se lembra, sei que foi feliz então, como eu fui. Mas deve achar que eu me esqueci, que me fechei no meu silêncio, que me zanguei com o seu último desaparecimento, que vivo amuado com ela, desde então. Não é verdade, Cláudia. Vê como eu me lembro, vê se não foram assim, passo por passo, aqueles quatro dias que demorámos até chegar juntos ao deserto.»






Keti Angelova, 12ºE n14

Dez mil livros antigos à venda na Ribeira - Portugal - DN


Dez mil livros antigos à venda na Ribeira - Portugal - DN

Centenário da República


A nossa república faz 100 anos. Visita o portal.

quinta-feira, janeiro 21, 2010

Escola





A escola depois das obras

terça-feira, janeiro 19, 2010

Lisboa candidata-se a Capital Mundial do Livro


Paris, 18 Jan (Lusa) - A cidade de Lisboa é candidata a Capital Mundial do Livro da UNESCO para 2013, afirmou hoje à Agência Lusa em Paris o embaixador português junto daquela organização.

"O desafio da candidatura de Lisboa foi assumido após a ideia ter sido bem acolhida pela Câmara Muncipal de Lisboa (CML) e pela Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL)", declarou Manuel Maria Carrilho, embaixador português junto da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura.

O ex-ministro da Cultura acrescentou que a candidatura de Lisboa a Capital Mundial do Livro ficou definida após encontros recentes com António Costa, presidente da CML, e Paulo Teixeira Pinto, que lidera actualmente a APEL.

6 Portugueses mais vendidos








Eis os seis PORTUGUESES mais vendidos no último trimestre do último ano:
Fúria Divina José Eduardo dos Santos: 160 000 ex. (O terrorismo e o Islão)
No teu Deserto Miguel Sousa Tavares: 115 000 ex.
Caim José Saramago: 96 000 ex. (Mais um livro polémico)
O dia em que te Esqueci Margarida Rebelo Pinto: 55 000 ex. (Uma sequela)
Que Cavalos são Aqueles que fazem sombra no Mar? António Lobo Antunes: 47 000 ex. (polifónico e inovador
Mal-entendidos Nuno Lobo Antunes: 40 000 ex. (Histórias da Vida de um Médico)