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segunda-feira, fevereiro 02, 2009

O QUE ELAS ANDAM A LER

Até agora considero que é dos melhores livros que já li.
Faz-me reflectir sobre o que significa para mim, verdadeiramente, o amor e até onde iria por ele. É uma história de verdadeira coragem e determinação, instinto de sobrevivência e protecção. Com este livro consegui perceber quais são os meus próprios limites e o que faria por amor, à minha própria vida e por aqueles que me fazem viver.
Até onde iria por amor? Até onde alma me levar.

Tânia Rosa, 11º TC
(à direita)


A obra fala-nos de Laura, uma jovem francesa de 19 anos, oriunda de uma família de classe média baixa que sonha tirar um curso universitário e garantir um futuro melhor.
A sua sede de aprender, as suas convicções, fizeram-na acreditar que os anos de estudante seriam os mais risonhos, mas a realidade iria provar-lhe, da forma mais dura, o quanto ela estava enganada.
Incapaz de encontrar emprego, Laura vê-se obrigada a recorrer à prostituição para conseguir levar adiante o seu projecto de vida.
Acho um relato impressionante, cada virar de página é sempre uma expectativa sobre o que irá acontecer.

Heloísa Lopes, 11º TC
(à esquerda)

sexta-feira, novembro 14, 2008

O QUE ELE ANDA A LER

Acerca do que ando a ler…

Estou a ler o livro “Que diria Sócrates? – Os filósofos respondem às suas perguntas sobre o amor, o nada e tudo o resto”, de Alexander George, da Gradiva; um livro que me faz pensar e que apresenta muitas respostas a diversas questões existenciais de cariz filosófico. Um percurso desde as questões banais até às mais arquitectadas intelectualmente. Acerca do que é certo e errado, mergulhando nos meandros da linguagem, amor, verdade, Deus, arte, sexo, morte e tanto mais. Questões intrigantes… questões de pendor socrático onde se discute e convida à reflexão. Um livro estimulante que orienta o pensamento, clarificando e fazendo valer o uso da razão. E como diria Sócrates, “Uma vida não examinada não merece ser vivida”.

Jorge Ferro Rosa
Professor

segunda-feira, novembro 10, 2008

O QUE ELA ANDA A LER

Gostei muito de ler o livro "A Cidade dos Deuses Selvagens" de Isabel Allende. Quem gosta de aventura e tem curiosidade sobre outras culturas vai gostar deste livro. É uma viagem muito emocionante.

Esta história alerta-nos para os problemas ecológicos e para a extinção das tribos índas da região do Amazonas. Desperta-nos para o valor que têm as pequenas coisas do dia-a-dia, e que só vemos a sua real importância quando ficamos sem elas.

Maria José Nunes,
Auxiliar de Acção Educativa - Biblioteca

segunda-feira, julho 21, 2008

"AS IDADES DO PENSAR"

"Aos 10 anos todos nos dizem que somos espertos, mas que nos faltam ideias próprias. Aos 20 anos dizem que somos muito espertos, mas que não venhamos com ideias. Aos 30 anos pensamos que mais ninguém tem ideias. Aos 40 anos achamos que as ideias dos outrso são todas nossas. Aos 50 pensamos com suficiente sabedoria para já não ter ideias. Aos 60 ainda temos ideias mas esquecemos do que estávamos a pensar. Aos 70 só pensar já nos faz dormir. Aos 80 só pensamos quando dormimos"

(Fala de Bartolomeu Sozinho, personagem de Venenos de Deus, Remédios do Diabo, de Mia Couto, Editorial Caminho)

segunda-feira, julho 14, 2008

MICRO-FICÇÃO OU A BELEZA DA BREVIDADE

Não deixar de ler Efeito Borboleta e outras histórias de José Mário Silva. Curtas e muito curtas (cada conto ocupa cerca de página e meia), estas histórias tratam de muita coisa: sonhos, vinganças, traições, amores felizes e funestos, brincadeiras (síntese retirada da badana da capa)... e o resto é para descobrir.


Deixo aqui algumas sugestões:
"38 MINIATURAS

Fósforos
Dentro de cada caixa de fósforos, dezenas de incêndios adormecidos.

Enxoval
Para o seu casamento levou tudo o que era suposto (excepto a paixão).

Fatalidade
O rosto que mereces está sempre noutro espelho.

Crise de Identidade
Andava tão confuso que criou um heterónimo chamado Fernando Pessoa."

segunda-feira, julho 07, 2008

Aqui há gato...


Há uns anos o professor Fernando Évora passou pela nossa escola. Depois foi-se embora. Como o gato... Mas escreveu Como se de uma Fábula se Tratasse, a maravilhosa história de um bichano que faz sair da sua muitas outras histórias. São inúmeras as personagens que passam pelas vidas deste gato, umas felinas, outras humanas (as vidas e as personagens), todas elas com nomes tão conhecidos como Gato Esteves (o muçulmano Cat Stevens), o Rex (o da televisão austríaca), a Pretinha, o Sr. Brites, o Sr. Capitão (de nome e não de posto) e até um galo Tenório. E mais não digo, nem sequer o(s) nome(s) do gatinho que tanto viajou para se aconchegar em tantos colos... para ir ter sabe-se lá onde, como todos nós, como todos os gatos.

quarta-feira, junho 18, 2008

Já Ninguém Morre de Amor


Já Ninguém Morre de Amor é uma história de homens, todos da mesma família, os Palma Lobo, que morrem de amor ou melhor, por causa do amor. Homens estranhos, todos eles de várias mulheres que os enganam ou vencem. Domingos Amaral, autor de Enquanto Salazar Dormia escreveu mais um livro, simples mas maravilhoso, que li em dois dias, num instante.

domingo, abril 20, 2008

O que ele anda a ler!



É um livro de fácil leitura apesar das inúmeras referências a conceitos de Física e de Matemática.

O autor faz uma interpretação do Livro de Génesis, onde é feita a descrição da origem do Universo, de uma forma relativista que achei particularmente interessante.

A Fórmula de Deus, José Rodrigues dos Santos

Vítor Gonçalves

quinta-feira, abril 17, 2008

O que ela anda a ler!


Este é o livro que estou a ler actualmente e despertou-me a atenção primeiramente devido ao seu título. Penso que é um livro que muitos jovens deviam ler, pois aborda muitos temas com os quais muitos de nós nos debatemos, principalmente nesta fase da vida (adolescência). O caso de Violetta demonstra-nos a realização de um "sonho", que não a levou por bons caminhos e de certa forma alerta-nos para a maneira como encaramos a vida e reagimos aos actos das pessoas que nos rodeiam. Vale a pena ler !
O Diabo que nos Guarda, Xavier Velasco

Excerto significativo:
"Nada queria dizer: um infinito eterno, vazio e sem propósito ao qual se voltaria, como o vento e o pó, depois de morrer. Isso era O pensamento: nada. (...) Nem sequer sabia se ela o levaria a sério. Há coisas que não se podem contar aos adultos. Também não se podem contar a nós quando crescemos e nos tornamos adultos, pois nessa altura já aprendemos a arrepender-nos de as ter pensado, acreditado, temido, e assim as enterramos no subsolo da memória: onde nunca há que escarvar. As pessoas adultas envergonham-se da sua infância como da sua inocência, e depois também da sua juventude, porque o mais fácil e o mais cómodo e o de mais bom gosto é esquecer a tempo o que já não se tem."

Cláudia Bonança, 11º TB

terça-feira, março 18, 2008

O que ela anda a ler!


Livro comprado ao acaso no turbilhão das compras de Natal. O principal motivo da compra deste livro foi o seu título A Eternidade e o Desejo. Talvez o leitor desprevenido pense encontrar uma escrita leve, mas, de repente, vê-se envolvido num emaranhado de narradores que entrecruzam o discurso. A personagem principal, Clara, cega por acidente, parte para São Salvador da Baía na senda de Padre António Vieira. Entre percursos e novos conhecimentos, Clara revive a lembrança de um amor antigo. Serão os textos de Vieira uma resposta às suas inquietações ou apenas um pretexto para se deixar levar por alguns valores, princípios, sentimentos, que parecem adormecidos no ser humano? O livro seduz e deixa vontade saber o que irá acontecer a Clara, uma vez que o final fica em aberto, ou tão simplesmente transformarmo-nos na Clara do final do livro….

Cabe a cada leitor descobrir….

Zélia Ribeiro