quinta-feira, abril 30, 2009

O LIvro das Terras Imaginadas



Le Livres des Terres Imaginées foi a obra vencedora na categoria de não ficção da última Feira do Livro Infantil de Bolonha. Pode ser adquirido através do Amazon francês


site do autor

Babel na Biblioteca



A Biblioteca Pública de Braga, unidade cultural da Universidade do Minho, apresenta, entre quinta-feira e 29 de Maio, uma exposição bibliográfica intitulada «Babel na Biblioteca» com traduções de obras de autores portugueses, anunciou esta quarta-feira fonte da instituição citada pela Agência Lusa.

De acordo com a referida fonte, a exposição (que serve para comemorar o Dia Mundial do Livro) vai mostrar 125 obras de autores portugueses traduzidas para 15 diferentes línguas existentes nas suas colecções. A mostra pode ser visitada no átrio da Reitoria da Universidade do Minho (UMinho), no Largo do Paço, nos dias úteis.

As línguas mais representadas são o francês com 45 títulos, o romeno com 17, o inglês com 15 e o espanhol e o italiano com 12 cada, mas também há livros em alemão, búlgaro, checo, chinês, croata, dinamarquês, galego, húngaro, latim e paquistanês.

O autor mais traduzido nas colecções da biblioteca é Fernando Pessoa, com 18 títulos, seguindo-se Luís de Camões com nove, José Saramago com seis e Eugénio de Andrade com cinco. De entre os escritores com ligações ao Minho estão obras de Francisco Duarte Mangas, José Manuel Mendes e Vergílio Alberto Vieira, para além de Camilo Castelo Branco.

No total, são 56 os autores de que se apresentam traduções. É ainda de assinalar a existência de oito antologias de poesia e duas de ficção. A edição mais antiga é de 1653, uma tradução de «Os Lusíadas» para italiano, feita por Carlo Antonio Paggi.

O catálogo da exposição pode ser consultado no sítio da biblioteca na Internet.

Quinta-feira, Dia Mundial do Livro, a Biblioteca Pública de Braga, como vem sendo habitual, oferecerá alguns livros (fundos editoriais e duplicados) a quem a utilizar.

quarta-feira, abril 29, 2009

Estrelas de Papel


Estrelas de papel:
livros de astronomia dos séculos XIV a XVIII

EXPOSIÇÃO | Comissariada por Henrique Leitão | 29 de Abril a 31 Julho | Entrada livre



Integrada nas comemorações do Ano Internacional da Astronomia, que se celebra em 2009, a Biblioteca Nacional de Portugal organiza uma exposição em que pela primeira vez será apresentado um conjunto fundamental das obras mais emblemáticas da história da astronomia, manuscritas e impressas. Uma oportunidade rara para conhecer um património cultural que revela a evolução da mais antiga das ciências exactas – a Astronomia – e testemunhar o fascínio que o espectáculo da abóbada celeste exerceu em todos os povos e culturas, nas suas expressões tanto científicas como estéticas.

O REI VAI NU ... MAS POUCO (I)


Encontra-se no Centro de Estudos a exposição de desenhos, e respectivo cenário, criados a partir da história O Rei Vai Nu, de Hans C. Andersen.



Os desenhos e versão final da história (aliás, várias, pois na actividade de leitura animada não foi contado o final da história e cada aluno deu um destino aos impostores) foram feitos pelos alunos do 7º B. Cada aluno irá receber um "livro" com a história do autor, as versões e as ilustrações de cada um. O 11º TB foi a turma dinamizadora.

NU, MAS POUCO (II)


Nenhum aluno desenhou o rei completamente nu.

Fantoches na Biblioteca

terça-feira, abril 28, 2009

A Nossa Mãe

Traduzam, meninos de Inglês

Contos


Lê on-line

FEIRA DO LIVRO DE LISBOA 30 ABRIL-17 MAIO



Bem-vindo
Lisboa acolhe, entre 30 de Abril e 17 de Maio, a 79ª edição da Feira do Livro de Lisboa, certame que conta este ano com nova imagem, dinâmica e conceito, procurando alcançar os públicos mais jovens e a dinamização do gosto pelos livros e pela leitura desde a primeira hora.
Do programa de animação diária do evento, destaque para " Lisboa, Encruzilhada de Livros", um espaço dedicado à troca de livros e que fomenta a partilha de memórias e testemunhos de leitores, não apenas portugueses, mas das várias comunidades que habitam Lisboa e que são convidados a integrar esta biblioteca global.
As crianças não foram esquecidas, e como tal, a organização preparou um conjunto de actividades muito ao seu gosto: A Hora do Conto, todos os dias úteis entre as 14h e as 17h; Oficinas Lúdico-culturais e Oficinas de Tecnologia de Informação e Comunicação, que serão desenvolvidas com o acompanhamento de monitores do Plano Tecnológico







Veja o blog aqui

domingo, abril 26, 2009

D. Nuno Álvares Pereira


«A figura de Nuno Álvares Pereira é hoje tão actual como em 1385. Tendo vivido num momento em que o seu País atravessava um período de grandes dificuldades políticas e económicas, não desanimou. Soube lutar e contribuir para que Portugal e o povo português, pudessem ter um futuro melhor. Actuou com inteligência, eficácia e determinação, mas fê-lo demonstrando sempre um grande amor pelo seu próximo. Esta sua última característica, permitiu que tivesse sido reconhecido como santo, em Abril de 2009. (…)Isabel Ricardo chama a atenção para a dupla responsabilidade que todos nós temos. Com efeito, os caminhos que escolhemos e as opções que tomamos, afectam não apenas as nossas próprias vidas, mas reflectem-se também no desenvolvimento e no futuro de Portugal.»

Dr. Alexandre Patrício Gouveia, Presidente da Fundação Batalha de Aljubarrota

ISABEL RICARDO publicou para a Planeta Editora a obra NUNO ÁLVARES PEREIRA a Demanda do Mestre de Avis e a Vida do Santo Condestável que em breve teremos na nossa BIBLIOTECA

Nuno Álvares Pereira


Papa Bento XVI canonizou Dom Nuno Álvares Pereira

Dom Nuno Álvares Pereira foi proclamado santo, esta manhã, no Vaticano. Eram cerca das 9 e meia, hora de Lisboa, quando milhares de pessoas assistiram à cerimónia, entre elas 2 mil portugueses. O Papa destacou a vida de São Nuno, o Condestável, elogiando o facto de mesmo em confrontos militares ter mantido os "valores e princípios" cristãos O Papa Bento XVI falou em português na praça da S. Pedro.

sábado, abril 25, 2009

Canção de Embalar

DA LIBERDADE

Há noites que são lírios e são feras
Natália Correia

Henrique Matos, Pássaro sobre a Liberdade

sexta-feira, abril 24, 2009

25 de Abril



A esta hora já tinha começado. E, sem darmos por isso, passaram 35 anos!

CAPITAL MUNDIAL DO LIVRO



Beirute
Informações aqui

quinta-feira, abril 23, 2009

Vencedores do Pullitzer 2009


Ficção: Olive Kitteridge, Elizabeth Strout (Random House).
História: The Hemingses of Monticello: An American Family, Annette Gordon-Reed (W.W. Norton & Company).
Biografia: American Lion: Andrew Jackson in the White House, Jon Meacham (Random House).
Poesia: The Shadow of Sirius, W.S. Merwin (Copper Canyon Press).
Não-Ficção: Slavery by Another Name: The Re-Enslavement of Black Americans from the Civil War to World War II, Douglas A. Blackmon (Doubleday).

quarta-feira, abril 22, 2009

Dia do Livro e do Direito de Autor 2009


Comemora-se hoje o Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor. A data foi instituída pela Conferência Geral da UNESCO para prestar tributo aos grandes autores da literatura mundial que nasceram ou morreram neste dia. É o caso de Cervantes, Shakespeare, Inca Garcilaso de la Vega e Vladimir Nabokov. A celebração procura também encorajar as pessoas, especialmente os mais jovens, “a descobrir o prazer da leitura e a respeitar a obra insubstituível daqueles que contribuíram para o progresso social e cultural da Humanidade” (UNESCO).
A ideia de celebrar este dia surgiu na Catalunha, onde é oferecida uma rosa a cada pessoa que compra um livro. Desde então o dia 23 de Abril tem sido comemorado de diversas formas um pouco por todo o mundo.

terça-feira, abril 21, 2009

segunda-feira, abril 20, 2009

DAR MÚSICA AO LIXO








Instrumentos feitos a partir de objectos do quotidiano e com destino marcado para outras reciclagens. O engenho fez o resto. Trabalhos das alunas de Acção Social, 11º ano. No Centro de Estudos.


sábado, abril 18, 2009

Arte, arte e mais arte




Parecem aqueles origamis feitos com folhas A4, mas não é bem assim. Mais do que qualquer outro é um site a visitar por quem se interessa. O dinamarquês Peter Callesen é o autor destas pequenas (ou grandes) maravilhas. O artista chama-lhes «instalações» e a sua obra inclui ainda o desenho e a pintura e materiais tão díspares como água ou gelo. No mínimo deslumbrante!

Visita

Continuamos com arte (melancias)


A arte não tem limites. Takashi Itoh, nascido a 2/06/1976 em Tóquio tem uma obra de fazer crescer água na boca, principalmente a nós que tanto gostamos de melão e melancia Desde 2001 que o artista participa em vários programas de televisão para exibir esta arte de esculpir fruta que aprendeu sozinho numa festa tailandesa.
Visitem o site e observem bem a imagem. Depois comprem melancias e exprimentem em casa ou na escola.

A Galeria

Interessa aos alunos de arte. Consultem sem falta a

saatchi

Penas


Julie Thompsom é a senhora das penas. É natural do Alasca e desde 1990 que mostra o seu trabalho pelas várias galerias do mundo. Procurem-na no You Tube ou

AQUI

sexta-feira, abril 17, 2009

Soeiro Pereira Gomes



- Nasceu em Gestaçô, no norte, em 1909, faz terça-feira um século, e aos 22 anos fixou-se em Alhandra - para nela um dia se descobrir escritor e dela fazer cenário central da sua obra. Assinava Soeira Pereira Gomes.Viveu 40 anos - morreu em 1949 - e deixou dois romances, "Esteiros" e "Engrenagem", um livro de contos, "Contos vermelhos", crónicas. A este contributo como escritor, e indissociável dele, há que juntar o que Soeiro prestou como cidadão e militante do Partido Comunista, ao qual aderiu, já em Alhandra, em finais dos anos 30 (são desencontradas as informações sobre o ano exacto dessa adesão).
Na então pequena vila ribeirinha do Tejo, Soeiro, empregado na Cimentos-Tejo, hoje Cimpor, envolve-se em actividades de dinamização cultural e desportiva. Organiza aulas de ginástica para os filhos dos operários da fábrica, impulsiona a criação de bibliotecas populares nas colectividades locais, participa na construção de uma piscina...
Nessa piscina haveria de "nascer", anos mais tarde, um campeão da natação de fundo, de "águas abertas" - Baptista Pereira, o rebelde Gineto dos "Esteiros".
Porque a isso o impele a sua consciência de militante, Soeiro, já então com um cargo dirigente no partido, participa na organização de greves e manifestações em Maio de 1944. Lutava-se contra o racionamento de bens essenciais, a carestia, o agravamento das condições laborais.
A PIDE já há algum tempo lhe seguia o rasto, procura-o - e Soeiro é forçado a entrar na clandestinidade. Como centenas de outros.
Os anos seguintes são de intenso, duro trabalho para o partido - com inevitável preterição da actividade literária.
Já então tinha sido publicada a sua obra maior, "Esteiros". O livro saiu em 1941 com ilustrações de Álvaro Cunhal.
Na homenagem ao escritor, na Sociedade Euterpe Alhandrense, à passagem dos 50 anos da sua morte, Cunhal recordou ter sido o próprio Soeiro a pedir-lhe que ilustrasse o livro.
"E assim fiz - contou -, certo, porém, de que os modestos desenhos não eram dignos do valor da obra literária. Observação atenta da vida, `Esteiros` é um romance de profundos sentimentos de amor e ternura pelas crianças e transmite (sem o explicitar) a indignação pela exploração e miséria de que são vítimas".
"Esteiros" é hoje reconhecido como um dos títulos paradigmáticos do neo-realismo português. É a história do Gaitinhas, do Coca, do Maquineta, do Gineto, de outros garotos forçados pela fome ao trabalho nos esteiros, canais abertos pelo Tejo na margem alhandrense e de onde se retirava barro para fazer tijolo e telha (nos telhais).
"Esses garotos miseráveis (...) deram a Pereira Gomes a oportunidade de se destacar de entre todos os escritores da mesma geração e de tendência idêntica: porque, melhor do que nenhum, ele soube compreender as suas personagens, porque, como nenhum, as soube amar", escreveu Adolfo Casais Monteiro, poeta presencista e cunhado de Soeiro.
Publicado postumamente (1951), "Engrenagem", em cujo manuscrito o escritor deixou marcada a intenção de o rever um dia, é - na síntese de Urbano Tavares Rodrigues há anos publicada no jornal "Avante" - "uma incisiva análise das relações económicas e humanas numa vila ribatejana e numa fábrica de ferro e aço (semelhante nalguns aspectos à dos Cimentos-Tejo, onde o autor foi chefe de escritório) e verdadeira epopeia das lutas do operariado industrial" .
Os "Contos Vermelhos" têm como pano de fundo a vida clandestina dos militantes comunistas.
Sobre eles, também nas páginas do "Avante", escreveu o poeta e ensaísta Manuel Gusmão. "Contam acções de personagens em situações excepcionais, porque a clandestinidade política é um estado de excepção, por um lado porque é violentamente imposta, por outro, porque aqueles que a ela se decidem, sempre minoritários, o fazem para acabar com a situação que a impõe".
Dia 19 de Abril em Alhandra e entre Novembro e Fevereiro de 2010 em Vila Franca de Xira, Soeiro Pereira Gomes será alvo de homenagens: a primeira no Museu local (Casa Sousa Martins) e a segunda no Museu do Neo-Realismo.

quinta-feira, abril 16, 2009

Mme Bovary


Quinta-feira, 16 de Abril de 2009
Manuscrito do romance Madame Bovary na Internet

«As 4.500 folhas manuscritas do célebre romance de Gustave Flaubert Madame Bovary estão disponíveis na internet, graças ao trabalho desenvolvido durante mais de dois anos por centenas de apreciadores, incluindo portugueses, da obra do autor francês.»

Ler no Diário Digital.

Postado por Booktailors - Consultores Editoriais às 14:00

Marcadores: O livro e a era digital

Ver aqui

Charles Chaplin


Charles Chaplin, o popular Charlot faria hoje 120 anos.
A vida dele está aqui

terça-feira, abril 14, 2009

Biblioteca Digital


A WORLD DIGITAL LiBRARY ficará disponível na Internet a partir de 21 de Abril de 2009

Procura-a aqui

segunda-feira, abril 13, 2009

sábado, abril 11, 2009

Homenagem a L'Aquila


Por sugestão de Paulo Izidoro

Biblioteca de L'Aquila

Corin Tellado morre aos 82 anos


A escritora espanhola Corín Tellado, criadora de pequenos romances que são considerados antepassados das actuais telenovelas, morreu hoje de madrugada, aos 82 anos, na cidade de Gijón (Espanha). Entre os autores espanhóis só fica atrás de Cervantes ( 'D. Quixote') no que toca ao número de leitores.

Corín Tellado, cujo verdadeiro nome era María del Socorro Tellado López, terá vendido acima de 400 milhões de exemplares dos mais de quatro mil livros que escreveu ao longo da vida. Quase todos com intrigas marcadas pelos encontros e desencontros amorosos e que foram devorados por gerações de leitoras na Espanha, América Latina e também em Portugal.

As 897 obras de Corín Tellado com registo na Biblioteca Nacional começaram a ser editadas em Portugal na década de 50, sobretudo pela Editorial Íbis, mas foi nos anos 70 e 80 que a Agência Portuguesa de Revistas publicou a maioria dos seus livros, com títulos tão sugestivos quanto 'O Meu Grosseiro Marido', 'Temos que Casar o Papá', 'A Tua Dúvida Destrói-me' ou 'Respeita a Minha Indecisão'.

Nascida a 25 de Abril de 1926 em Viavélez, uma localidade costeira da região das Astúrias, Corín Tellado começou a escrever muito cedo e em 1945 lançou 'Atrevida Apuesta'. Na passada quarta-feira terminou o seu último título, encomendado pela revista 'Vanidades'.
Leonardo Ralha