A Filosofia concebe-se pelo esplendor da realidade, na vivência da mesma e actualização do acontecer, numa entrega total, com o rigor da objectividade e pura racionalidade; a filosofia vai iluminando, separando, abrindo fronteiras e clarificando ideias, conferindo o sentido às almas perdidas que estão atulhadas de emoções desenfreadas, ante o abismo do suicídio. A Filosofia faz o levantamento da verdade, tentando exibir o universal e ao lado as outras ciências vão fazendo as suas notas em acordo com os ingredientes vitais, divorciando-se do lixo do irracional.
A realidade do quotidiano precisa ser depurada e a Filosofia purifica-a, convertendo-a em zona de luz, divorciando-se das azinhagas sombrias.
A vida está tomada pelo desejo cujo sentido consiste na realização do mesmo, atingindo a felicidade, por uma vivência real de presença. A filosofia pela sua prática possibilita o alcance daquilo que é e não do faz-de-conta! Não quero amigos temporários nem provisórios, mas consistentes, reais e que durem para sempre! A Filosofia oferece a possibilidade de alcance e pela sua prática atinge-se ou vai-se atingindo gradualmente esse propósito que é a felicidade do homem. A Filosofia desconstrói hábitos e outras rotinas, mas, aperfeiçoa relações, activando o princípio de vitalidade dos seus conteúdos. A Filosofia para alguns incomoda porque os empurra do marasmo da sonolência, da preguiça mental, o tal ócio de circunstância a que muitos vivem presos! Mudar de atitudes é por vezes bastante violento, especialmente aos acomodados. Tomar a aparência como realidade é uma das piores atitudes que se pode ter, em vez de exibir a realidade nua e crua, o sujeito é tomado no sonho enquanto o corpo vegeta e as secreções libertam-se pelos poros. A surpresa, o acordar conduz sempre ao espanto, a sombra forjada da poesia passa a ter luz e a iluminação coloca a tónica na racionalidade que conduz o humano a realizar conscientemente aquilo que deve ser feito, não por imposição mas por livre vontade, as tais vivências, o lado prático da corrente filosófica; contudo, a descontinuidade é atrevida, agita o humano… a falta de firmeza lança-o para o pântano da dúvida que corrói os neurónios, enquanto o equilíbrio mansamente se vem instalando devolvendo as impurezas e alcançando o império da razão. Relações filosóficas estabelecem-se e nesse mesmo compromisso instala-se a felicidade como condição do humano.
Construo o meu mundo pela relação na existência de um espaço tempo, onde comungamos de todos os compassos que se escrevem entre as interrogações da memória, cujos flancos sedimentam pedaços de formas que procuram organização, a sua coerência, a imprescindível relação, a harmonia onde tudo activa o princípio da felicidade e o instante é mais do que o propósito, mas sim o fluxo vital.
A filosofia habita no castelo interior de ti, precisas activar o êmbolo da relação, precisas, pensar por ti, olhar mais atentamente e avançar com autonomia, atravessando todos os campos ainda que alguns estejam coberto por sonhos. O estuário da razão conduz-te para sentires tudo o que te está disponível, isso de que tanto anseias… liberta-te dos preconceitos, das algemas de uma sociedade decadente e sê tu, dominando a força libertadora do teu “eu” para que a diferença mostre a qualidade. Renasce por cada momento, ergue a tua força porque a decisão final está por acontecer, ninguém compreende o absoluto, ainda se sustenta num segredo… os teus sentimentos não serão suficientes para desocultar esse tesouro. Olha o céu, respira o ar puro, deixa-te tomar pelos sons da natureza e em breve todas as formas se ajustarão ao templo da felicidade que está dentro de ti… esta será a relação filosófica mais bela, porque te sentes enquanto ser lançado à natureza.
Jorge Ferro Rosa
Este é o Blogue das Bibliotecas do Agrupamento da Escolas de Vila Real de Santo António. Nestas páginas podes ler e-books, ouvir histórias, declamações e canções de autores de língua portuguesa, fazer pesquisas, ter acesso a tutoriais e recursos de apoio ao ensino. Estamos a trabalhar para disponibilizar o maior número de recursos possíveis. Fica atento às novidades.
quinta-feira, junho 24, 2010
HOMENAGEM A JOSÉ SARAMAGO
(dedicado a José Saramago)
Bateram as horas, senti as forças tomarem-me como que se algo dentro de mim se fosse separar, assim de um modo violento! Um poema possível, uma outra mensagem que as entrelinhas guardavam entre mundos possíveis de palavras em construção ou talvez desconstrução. Os sons parecem inchar e os segmentos de recta quedarem-se sem que exista mais aquele atrevimento do ensejo… os caminhos conduziram-me aos pântanos da interrogação e das formas verbais com que escrevi o teu nome entre tantos nomes. Todos os nomes! Escrevi, fechei o caderno, mas senti que devia dizer-te muito mais ante tudo o que noutros tempos tivera escrito e que nunca partilhei.
As gotas do coração são manhosas, a angústia existencial corre, deixa-me tonto, vazio e sinto algo que me transporta para um outro patamar, muito esquisito. Relembro amigos e conhecidos, alguns morreram, outros ainda estão por cá! Sinto saudades e a dor atenua quando circulam as memórias… leio livros, desfolho recordações e nada passa de momentos. Morreste! Morreste-me diria o José Luís Peixoto! Recordo-te. Penso-te. Sinto o teu olhar, ouço a tua voz e toda a verdade corre-me pelas veias, o sangue do sentido… eras aquilo que eras, não podias ser outra coisa, a não ser um ser, uma verdade resistente!
Eras o homem que guardava aquilo que sentia de modo único, tu dizias por mim aquilo que silenciei… os outros ouviam, incomodavam-se mas, preferiam viver na ignorância. Agora digo, e continuarei a dizer. Desculpa-me, não tenho que partilhar contigo isto. Contigo, com alguém ou com ninguém. Esses outros preferiam… sentiam ódio por ti, por não conseguirem dizer o que tu dizias. Sempre disseste a verdade! Eras o que eras. Eras isso mesmo. Um homem, um humano, um talento, um racional, um verdadeiro… nada de hipocrisias, nada de faz-de-conta! Defendias a realidade e não a mentira ou mundos de outras palavras. Eras assim, assim como sempre achei que a realidade fazia e faz sentido. Que dizer depois? Que fazer? Nada. Político, poeta, escritor, Filósofo. Um homem de grande luz. O povo esteve contigo, ainda continua contigo mesmo depois de teres partido! José Saramago! Isso. Estamos todos contigo para sempre, ainda que as cinzas sem a poeira do cosmos!
Como me lembro de ti! Lembro… lembro-me desde os tempos de Faculdade, desde o tempo em que te lia com alguns amigos que já partiram – o Luís Caldeira! Outros… entre os meus amigos de Faculdade, figura o José Luís Peixoto, sim, aquele jovem que tem um pedaço de ti. Naquele tempo eram os poemas… Tudo é em determinado momento da vida! Não sei porque ao lembrar-me de ti me lembro também dele. Estranho! Li os dois escritores e os dois tocaram-me de modo diferente. É tão estranho isto, muito estranho mesmo. Mas deixa estar.
Palavras de homenagem, palavras que ninguém as pode apagar, nem com a cegueira, nem com os evangelhos, muito menos com todos os ensaios… nada. És imortal. Qual terra de pecado, apenas são as tuas palavras deste e do outro mundo, são nesta viagem apontamentos que ficam em cadernos, dos dias do sim e do não, seja de Caim a Abel! Seja o que possa ser, tu morreste-me como diria o José Luís Peixoto ou como escrevi naquele tempo no caderno da minha alma que agora ficou reservado a um outro período, a um outro cortejo! Não sei porque estou meio estranho nesta noite, apenas estou e o tempo continua a passar...
Chama-me do que quiseres, serei indiferente à tua posição, sou ateu, comunista, sou tudo e nada sou, porque parecendo que sou, a morte diz que não sou nada, apenas recordação temporária, mas tu, sim, tu és imortal neste meu Portugal. Este ano é o ano da morte! Foi a tua morte… terrível, essa maldita, assassina. Que impotência perante a morte, total resignação. Desgraçada morte e quem te inventou. Seria melhor que não existisses, uma vez que causas revolta e desordem. Esta é a desordem da noite neste momento em que o único momento é este, o ter-te no pensamento e em glória te dedico este texto, num erguerem-se todas as palavras à tua imortalidade pelos feitos das tuas palavras. José Saramago, és eterno e o mundo contigo é racional.
Bem, neste momento falar da morte pouco adianta! Porque ela te levou? O facto é que ela é a grande dona de tudo… já levou tanta gente da minha família, das mais diversas formas. Leva todos e a ti também que lês os meus desabafos, estas palavras ácidas, corrosivas, mas quentes, com o cheiro a sangue! Sobejamente agrada-me o ainda poder pensar-te e recordar-te, sinal que ainda estou vivo. O que me resta entre os devaneios da memória são palavras para te coroar e com todos os que estão contigo, José Saramago, o teu nome é para perpetuar. Até ao nosso outro encontro, face aos apetites do divino que será o descanso eterno entre as palavras que ficam por pronunciar.
Vila Real de Santo António, 22 de Junho de 2010 – 23:02h
Jorge Ferro Rosa
Bateram as horas, senti as forças tomarem-me como que se algo dentro de mim se fosse separar, assim de um modo violento! Um poema possível, uma outra mensagem que as entrelinhas guardavam entre mundos possíveis de palavras em construção ou talvez desconstrução. Os sons parecem inchar e os segmentos de recta quedarem-se sem que exista mais aquele atrevimento do ensejo… os caminhos conduziram-me aos pântanos da interrogação e das formas verbais com que escrevi o teu nome entre tantos nomes. Todos os nomes! Escrevi, fechei o caderno, mas senti que devia dizer-te muito mais ante tudo o que noutros tempos tivera escrito e que nunca partilhei.
As gotas do coração são manhosas, a angústia existencial corre, deixa-me tonto, vazio e sinto algo que me transporta para um outro patamar, muito esquisito. Relembro amigos e conhecidos, alguns morreram, outros ainda estão por cá! Sinto saudades e a dor atenua quando circulam as memórias… leio livros, desfolho recordações e nada passa de momentos. Morreste! Morreste-me diria o José Luís Peixoto! Recordo-te. Penso-te. Sinto o teu olhar, ouço a tua voz e toda a verdade corre-me pelas veias, o sangue do sentido… eras aquilo que eras, não podias ser outra coisa, a não ser um ser, uma verdade resistente!
Eras o homem que guardava aquilo que sentia de modo único, tu dizias por mim aquilo que silenciei… os outros ouviam, incomodavam-se mas, preferiam viver na ignorância. Agora digo, e continuarei a dizer. Desculpa-me, não tenho que partilhar contigo isto. Contigo, com alguém ou com ninguém. Esses outros preferiam… sentiam ódio por ti, por não conseguirem dizer o que tu dizias. Sempre disseste a verdade! Eras o que eras. Eras isso mesmo. Um homem, um humano, um talento, um racional, um verdadeiro… nada de hipocrisias, nada de faz-de-conta! Defendias a realidade e não a mentira ou mundos de outras palavras. Eras assim, assim como sempre achei que a realidade fazia e faz sentido. Que dizer depois? Que fazer? Nada. Político, poeta, escritor, Filósofo. Um homem de grande luz. O povo esteve contigo, ainda continua contigo mesmo depois de teres partido! José Saramago! Isso. Estamos todos contigo para sempre, ainda que as cinzas sem a poeira do cosmos!
Como me lembro de ti! Lembro… lembro-me desde os tempos de Faculdade, desde o tempo em que te lia com alguns amigos que já partiram – o Luís Caldeira! Outros… entre os meus amigos de Faculdade, figura o José Luís Peixoto, sim, aquele jovem que tem um pedaço de ti. Naquele tempo eram os poemas… Tudo é em determinado momento da vida! Não sei porque ao lembrar-me de ti me lembro também dele. Estranho! Li os dois escritores e os dois tocaram-me de modo diferente. É tão estranho isto, muito estranho mesmo. Mas deixa estar.
Palavras de homenagem, palavras que ninguém as pode apagar, nem com a cegueira, nem com os evangelhos, muito menos com todos os ensaios… nada. És imortal. Qual terra de pecado, apenas são as tuas palavras deste e do outro mundo, são nesta viagem apontamentos que ficam em cadernos, dos dias do sim e do não, seja de Caim a Abel! Seja o que possa ser, tu morreste-me como diria o José Luís Peixoto ou como escrevi naquele tempo no caderno da minha alma que agora ficou reservado a um outro período, a um outro cortejo! Não sei porque estou meio estranho nesta noite, apenas estou e o tempo continua a passar...
Chama-me do que quiseres, serei indiferente à tua posição, sou ateu, comunista, sou tudo e nada sou, porque parecendo que sou, a morte diz que não sou nada, apenas recordação temporária, mas tu, sim, tu és imortal neste meu Portugal. Este ano é o ano da morte! Foi a tua morte… terrível, essa maldita, assassina. Que impotência perante a morte, total resignação. Desgraçada morte e quem te inventou. Seria melhor que não existisses, uma vez que causas revolta e desordem. Esta é a desordem da noite neste momento em que o único momento é este, o ter-te no pensamento e em glória te dedico este texto, num erguerem-se todas as palavras à tua imortalidade pelos feitos das tuas palavras. José Saramago, és eterno e o mundo contigo é racional.
Bem, neste momento falar da morte pouco adianta! Porque ela te levou? O facto é que ela é a grande dona de tudo… já levou tanta gente da minha família, das mais diversas formas. Leva todos e a ti também que lês os meus desabafos, estas palavras ácidas, corrosivas, mas quentes, com o cheiro a sangue! Sobejamente agrada-me o ainda poder pensar-te e recordar-te, sinal que ainda estou vivo. O que me resta entre os devaneios da memória são palavras para te coroar e com todos os que estão contigo, José Saramago, o teu nome é para perpetuar. Até ao nosso outro encontro, face aos apetites do divino que será o descanso eterno entre as palavras que ficam por pronunciar.
Vila Real de Santo António, 22 de Junho de 2010 – 23:02h
Jorge Ferro Rosa
sexta-feira, junho 18, 2010
domingo, junho 13, 2010
Os jovens e o crime

Os jovens e o Crime
Blogue da área de projecto dos alunos do 12º E Isa Duarte, Miguel Conceição, Rafaela Oliveira, Sónia Palma e Susana Martins.
sábado, junho 12, 2010
quinta-feira, junho 10, 2010
Audição final do Ano Lectivo
Um momento inesquecível cheio de frames magníficas fizeram-nos ficar presos ao palco do Centro Cultural António Aleixo de Vila Real de Santo António, no dia 09 de Junho de 2010 pelas 21:00h.
A concluir as actividades do Ano Lectivo de 2009/2010, o Conservatório Regional de Vila Real de Santo António, proporciona-nos um espectáculo ímpar com “música no coração” para todas as idades. Fomos até lá e assistimos a tudo. Fizemos os nossos registos! Os nossos alunos estiveram muito bem, tocaram e encantaram o público. O programa contemplou vários momentos, entre eles, dança, piano, acordeão, viola dedilhada, grupo coral de Altura – quarteto 2010, Classe T.A.M. – Curso Profissional de Instrumentistas, violino, sopros, Percussão, Naipe / Orquestra. Aqui fica apenas uma amostra.
Deixamos os nossos parabéns aos professores Ricardo Carvalho e Paula Baioa bem como a todos os que de uma forma ou de outra estiveram empenhados neste evento. Bem-hajam!

(Professor Rui Martins dirige os seus alunos, num momento de Viola Dedilhada) - Alunos do Curso Profissional de Instrumentistas - Tiago Lopes, José Batista, Miguel Paz, João Mestre e Edgar Ribeiro.

(Viola Dedilhada - O impacto que as cordas têm e o encanto das melodias, entre elas "Woogie Boogie!, Minha Casinha, Presto e Verdes Anos)

José Gomes, aluno do professor Emanuel, interpreta no seu Adordeão "Hollywood Boulevard".

(O Professor Ricardo Carvalho dirigindo os seus alunos, num momento de Naipe / Orquestra).
A concluir as actividades do Ano Lectivo de 2009/2010, o Conservatório Regional de Vila Real de Santo António, proporciona-nos um espectáculo ímpar com “música no coração” para todas as idades. Fomos até lá e assistimos a tudo. Fizemos os nossos registos! Os nossos alunos estiveram muito bem, tocaram e encantaram o público. O programa contemplou vários momentos, entre eles, dança, piano, acordeão, viola dedilhada, grupo coral de Altura – quarteto 2010, Classe T.A.M. – Curso Profissional de Instrumentistas, violino, sopros, Percussão, Naipe / Orquestra. Aqui fica apenas uma amostra.
Deixamos os nossos parabéns aos professores Ricardo Carvalho e Paula Baioa bem como a todos os que de uma forma ou de outra estiveram empenhados neste evento. Bem-hajam!

(Professor Rui Martins dirige os seus alunos, num momento de Viola Dedilhada) - Alunos do Curso Profissional de Instrumentistas - Tiago Lopes, José Batista, Miguel Paz, João Mestre e Edgar Ribeiro.

(Viola Dedilhada - O impacto que as cordas têm e o encanto das melodias, entre elas "Woogie Boogie!, Minha Casinha, Presto e Verdes Anos)

José Gomes, aluno do professor Emanuel, interpreta no seu Adordeão "Hollywood Boulevard".

(O Professor Ricardo Carvalho dirigindo os seus alunos, num momento de Naipe / Orquestra).
quarta-feira, junho 02, 2010
ALMA ALGARVIA EM VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO

Alma Algarvia - Apresentação na Biblioteca Municipal de Vila Real de Santo António, Vicente Campinas – dia 11 de Junho de 2010, pelas 17:30h, com a presença da autora – Maria José Fraqueza.
Uma Edição do Elos Clube de Faro.
A cultura popular algarvia está presente nesta obra ímpar “Alma Algarvia” que vai sendo transmitida de geração em geração. Em destaque e de consulta obrigatória para todo aquele que se preze pelas letras e não só.
Poesia, humor em diversas vertentes. Histórias e vivências de um povo, o nosso povo, o povo algarvio. Maria José Fraqueza, poetisa e escritora algarvia tem prestado uma maior valia para o património cultural da nossa região.
Maria José Fraqueza leccionou na Escola Secundária de Vila Real de Santo António, professora aposentada que vive para as letras, poetisa e escritora com centenas de troféus, expõe na sua Casa-Museu, na Fuseta, na Rua Teófilo de Braga.
Quer saber um pouco mais? Venha assistir a um momento único, inefável! Não se esqueça, ainda que tenha muito a fazer, este momento será inesquecível. Esperamos por si e traga um amigo. Ah, traga também a sua máquina de fotografar, elabore a sua notícia sobre o evento e partilhe aqui neste mesmo espaço. Temos um prémio para si! O melhor trabalho apresentado, será aqui divulgado. Inscreva-se neste mesmo espaço, deixe os seus dados, nome, ano, número e turma - lugar reservado aos comentários. Que tal o desafio? Vamos escrever... todas as questões poderão ser colocadas à poetisa Maria José Fraqueza no próximo dia 11 de Junho.
Quer saber mais, consulte o blog de Maria José Fraqueza, clique Aqui. Até já!
PS. As participações são reservadas aos alunos desta escola.
Ver: Concurso Literário em Homenagem a Maria José Fraqueza
terça-feira, junho 01, 2010
SORRISO DE CRIANÇA
(Dia Mundial da Criança)
Sorriso lindo
Olhar de encanto
Vai cantando, vai surgindo
Criança amiga, vai sorrindo
No entanto
O Sol vai colorindo.
Corres sem findar
Saboreias o gelado…
Vives a brincar
Queres saltar
Construir o teu mundo
O teu cantinho é engraçado.
Olhitos cintilantes
Vida despreocupada
Por cada dia um gesto diferente
Um abraço de carinho
Aquela ternura, aquele afecto
És o menino da minha rua
Esse que gosta de brincar
Continuas o teu caminho
A vida é tua…
Porque a infância é para aproveitar.
Ofereço-te um abraço…
Uma palavra amiga
Este é o teu grande dia
Com carinho nos versos que faço
No silêncio um gesto amigo
Voltar a ver-te seria
Tamanha alegria
Ser inocente nas cores, contigo.
Deixa que a lua fique bem cheia…
Anda rasgar o céu…
Lançar outras sementes
Com mil cores que a cor enleia
Crianças iguais, todas diferentes.
Jorge Ferro Rosa
Nota: Dedicado a todas as crianças - Dia Mundial da Criança
Sorriso lindo
Olhar de encanto
Vai cantando, vai surgindo
Criança amiga, vai sorrindo
No entanto
O Sol vai colorindo.
Corres sem findar
Saboreias o gelado…
Vives a brincar
Queres saltar
Construir o teu mundo
O teu cantinho é engraçado.
Olhitos cintilantes
Vida despreocupada
Por cada dia um gesto diferente
Um abraço de carinho
Aquela ternura, aquele afecto
És o menino da minha rua
Esse que gosta de brincar
Continuas o teu caminho
A vida é tua…
Porque a infância é para aproveitar.
Ofereço-te um abraço…
Uma palavra amiga
Este é o teu grande dia
Com carinho nos versos que faço
No silêncio um gesto amigo
Voltar a ver-te seria
Tamanha alegria
Ser inocente nas cores, contigo.
Deixa que a lua fique bem cheia…
Anda rasgar o céu…
Lançar outras sementes
Com mil cores que a cor enleia
Crianças iguais, todas diferentes.
Jorge Ferro Rosa
Nota: Dedicado a todas as crianças - Dia Mundial da Criança
ALUNOS VÃO À COMAPNHIA NACIONAL DE BAILADO

Alunos do Curso Profissional de Animação Sociocultural - Turmas 104 e 114 da Escola Secundária de Vila Real de Santo António vão em visita de estudo até à Capital - Lisboa - dia 24 e 25 de Maio de 2010 - organização de Jorge Ferro Rosa e Jorge Humberto Dias.
Lisboa acolhe-nos na Pousada da Juventude do Centro. Foram momentos de partilha de experiências, possibilitando a boa relação, a harmonia e a complecta integração. Lisboa tem encantos que se desvelam entre os olhares do Tejo. A adrenalina intensifica-se e a novidade é um apelo elevado para aqueles que nunca andaram de Metropoitano, as miragens, a agitação e o frenesim da cidade convida a momentos inesquecíveis. De ar leve e com a maior curiosidade circulámos pelas artérias da cidade, usamos transportes e nem conseguiamos parar de ser surpreendidos! Como sabem, Lisboa é replecta de novidades a todos os momentos e todo este tempo não foi suficiente, aproveitámos tudo ao máximo e ao pormenor. Nem as bagagens nos atrapalharam, não deixámos de saciar as nossas curiosidades...

Por aqui, Parque Eduardo VII, também é um lugar apaziguador e cheio de encantos, local ideal para fazer fotos e confesso que fizemos dezenas, respirámos ar puro e sentimo-nos lisboetas (alfacinhas por dois dias). Bem queres saber mais? Pois! Divertimo-nos bastante, fotos originais e vídeos únicos - só visto! Alunos e professores desfrutaram destes momentos preciosos.
O verde desta zona de Lisboa envolveu-nos o espírito de boas sensações, de uma paz inegualável e tanto ainda nos esperava. Como será a noite Lisboeta? eh eh eh também estivemos lá, elas estiveram lá. Experiência única... fotos e vídeos. Nada melhor do que procurar estas alunas e solicitar que vos mostrem o manancial fotográfico... por aqui é apenas o levantar do véu! A viagem prossegue...

Foto no Parque das Nações, lugar ao Teatro Camões, lugar que nos acolheu e encantou - Companhia Nacional de Bailado - Assistimos à palestra da Drª Cristina de Jesus (Directora de Comunicação da CNB), onde se estabeleceu uma relação muito interessante entre o Bailado, o Teatro e a Animação Sociocultural. Assistimos ao Ensaio de "A Sagração da Primavera" na CNB/Teatro Camões - Lisboa. Fizemos fotos e vídeos, só que não os colocamos aqui, apenas servem para os alunos elaborarem os seus trabalhos, uma vez que nos foi solicitado pela Drª Cristina de Jesus que não publicasse fotos ou vídeos na Internet, respeitamos, contudo não deixamos de lhe agradecer pela amabilidade para connosco.
E tu? Divertiste-te? Espero que sim... podes deixar aqui o teu comentário! Preparamos novos eventos... as surpresas estão a caminho.
PS. Podes ver o site da Companhia Nacional de Bailado
segunda-feira, maio 31, 2010
quinta-feira, maio 27, 2010
quarta-feira, maio 26, 2010
Carrinho Solar
Participação dos alunos da nossa escola no Museu da electricidade dias 14 e 15 de Maio.
segunda-feira, maio 24, 2010
ENCONTREI
Na onda que impede a partilha
Fiquei
Concentrei-me nos estames
Vagamente na eminência do embaraço
Encontrei.
Revelei-te todas as vezes
Amanhã fico perto
Fico sem nada te dizer
Sei que estás como sempre
Maroto sentimento que engana.
Não fujas, fica
Escuta, pára e olha uma vez mais!
Nada disso serve
Nada mesmo!
A dor está lá
Acompanha-te!
Sei que sim,
Ainda que digas não.
Vive, não simules…
Esse jeito dissuasivo não ajuda!
O incitamento prevalece
Ainda que as ondas continuem a dança.
Encontrei…
Já tinha encontrado,
Disse, tornei a dizer, novamente
Passei e ainda voltei
Para te dizer que aceitei.
Não me perdi,
Apenas encontrei
Tudo o que não tinha
O que tenho é o que não tenho
Encontrei.
Vila Real de Santo António, 24 de Maio de 2010 – 01:30h
Jorge Ferro Rosa
Fiquei
Concentrei-me nos estames
Vagamente na eminência do embaraço
Encontrei.
Revelei-te todas as vezes
Amanhã fico perto
Fico sem nada te dizer
Sei que estás como sempre
Maroto sentimento que engana.
Não fujas, fica
Escuta, pára e olha uma vez mais!
Nada disso serve
Nada mesmo!
A dor está lá
Acompanha-te!
Sei que sim,
Ainda que digas não.
Vive, não simules…
Esse jeito dissuasivo não ajuda!
O incitamento prevalece
Ainda que as ondas continuem a dança.
Encontrei…
Já tinha encontrado,
Disse, tornei a dizer, novamente
Passei e ainda voltei
Para te dizer que aceitei.
Não me perdi,
Apenas encontrei
Tudo o que não tinha
O que tenho é o que não tenho
Encontrei.
Vila Real de Santo António, 24 de Maio de 2010 – 01:30h
Jorge Ferro Rosa
sábado, maio 22, 2010
Pacman

Internet: Google festeja 30 anos do Pac-Man disponibilizando o jogo na sua homepage
Hoje
Nova Iorque, 22 mai (Lusa) - O motor de busca Google oferece sexta feira e hoje partes ilimitadas do jogo "Pac-Man" na sua página de acolhimento, por ocasião do 30º aniversário do famoso pequeno personagem amarelo, pioneiro dos jogos de vídeo.
O tradicional logótipo do Google assumiu os contornos de um jogo de vídeo ao estilo dos anos 1980.
Durante 48 horas, um clique na imagem faz começar o jogo.
Este texto da agência Lusa foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
terça-feira, maio 18, 2010
VIDA E MORTE
Será que se consegue ver as coisas como elas são? O mistério absorve-nos, absorve-me nos dias que correm... e nunca consigo parar de reflectir sobre a morte, sobre essa situação tão insólita. Tanto se diz, tanto se escreve... mas afinal onde está a certeza? As escrituras dão o seu ponto de vista, especulações tecem-se, são milhares e procuram-se pontos de solução sem que nada venha a ser solucionado. E tudo morre... morrer é ficar separado de algo para sempre. Dói? Vamos enfrentar tal situação? O que motiva as pessoas a procurar respostas? A interrogação é constante...
Vida e morte, questões muito fortes que agitam o humano em todas as vertentes. Será que existe vida depois da morte? Como é morrer? Pode-se voltar atrás? Para quem acredita, como é? Acreditar não é universal; se não é, para onde se escoa essa mesma validade? Complicado! A morte está à nossa espera, seja velho, seja novo... fatal mesmo. Morre-se das mais diversas situações... "quem de novo não morre, de velho não escapa"! Brutal! Estamos condenados à morte. Um dia desaparecemos misteriosamente...
Neste percurso de vida, no passar os dias, tudo se vai alterando, as coisas passam a ser diferentes, as posturas... desembocando na grande corrente, no total do nada. Vamos para o portal pós-morte? Como? Uma coisa é estar morto e outra é estar a morrer... vamos morrendo lentamente. Estou mais próximo da morte neste momento do que no momento em que comecei este escrito e tu também! Esta é a grande verdade...
A necrologia enche os jornais, prepara-nos para a nossa condição e tudo não é mais do que uma situação óbvia. A morte parece que está nos livros, sempre no outro e não em nós, quem morre não diz nada, os vivos é que falam da morte, eu e tu neste agora. O que vem depois? O que diz o morto? Vai a um cemitério e observa atentamente... um silêncio se faz sentir e o que resta de tudo aquilo? Nada. Para que serve? Para nada... a morte não revela os seus segredos... ontem falava com um médico cirurgião e coloquei-lhe algumas questões, para ele quando o doente morre tudo aí acaba. Nada mais é do que um monte e lixo. O assunto da morte é complicado e preocupa-nos... no sábado fui a um funeral de um familiar, observei os rituais... ainda fiquei mais céptico. Distâncias mentais se instauram, o que usa a razão e o que usa a fé para dar resposta ao problema. Tudo o que tem um princípio tem um fim. Todos somos humanos, apesar de vivências diferentes, mas todos morrem... para que serve todas as justificações? Para nada. Fica o nada... a necessidade de acreditar faz-nos diferentes psicologicamente, mas, também não garante o quer que seja. Alimentamos tudo pelo pensamento e na morte não há mais pensamento; em vida temos ilusões e alucinações de como desejamos que a vida fosse para lá da morte e ficamos perturbados, ao ponto que tudo justifica uma imortalidade nos insatisfeitos; ainda se acreditam em crenças do passado ainda que não tenham fundamento... alguns dos meus alunos estão agarrados a isso, confesso que não é fácil demovê-los.
A natureza tudo reduz ao pó, à mistura das partículas e isolamento das mesmas no cosmos, ainda que eu não queira que as situações sejam assim. E somos assim e assim nos desconhecemos... procuramos outras leituras para preenchimento e nada preenche. Porque será? Lentamente vamos deixando de ser o que somos... até um dia do nosso encontro no pó da natureza.
Última hora... um colega faleceu, instaurou-se um silêncio dentro de mim. Estranho... lembro dele no bar dos alunos e na sala de professores, no refeitório, falei algumas vezes com ele. Agora como é? Silêncio e paz à sua alma... todas as palavras que se possam proferir em nada o vão recuperar. Estranho todo este percurso... a lei da vida não perdoa. Deixo uma flor e esta flor outras flores virá ocasionar. Vamos e levamos um abraço para apaziguar a dor de que dilacera... agora fica a memória ou memórias que os sentidos recortaram. Em nome do tempo nos tornaremos tempo... todos.
Vila Real de Santo António, 18 de Maio 2010 - 01:15h
Jorge Ferro Rosa
Vida e morte, questões muito fortes que agitam o humano em todas as vertentes. Será que existe vida depois da morte? Como é morrer? Pode-se voltar atrás? Para quem acredita, como é? Acreditar não é universal; se não é, para onde se escoa essa mesma validade? Complicado! A morte está à nossa espera, seja velho, seja novo... fatal mesmo. Morre-se das mais diversas situações... "quem de novo não morre, de velho não escapa"! Brutal! Estamos condenados à morte. Um dia desaparecemos misteriosamente...
Neste percurso de vida, no passar os dias, tudo se vai alterando, as coisas passam a ser diferentes, as posturas... desembocando na grande corrente, no total do nada. Vamos para o portal pós-morte? Como? Uma coisa é estar morto e outra é estar a morrer... vamos morrendo lentamente. Estou mais próximo da morte neste momento do que no momento em que comecei este escrito e tu também! Esta é a grande verdade...
A necrologia enche os jornais, prepara-nos para a nossa condição e tudo não é mais do que uma situação óbvia. A morte parece que está nos livros, sempre no outro e não em nós, quem morre não diz nada, os vivos é que falam da morte, eu e tu neste agora. O que vem depois? O que diz o morto? Vai a um cemitério e observa atentamente... um silêncio se faz sentir e o que resta de tudo aquilo? Nada. Para que serve? Para nada... a morte não revela os seus segredos... ontem falava com um médico cirurgião e coloquei-lhe algumas questões, para ele quando o doente morre tudo aí acaba. Nada mais é do que um monte e lixo. O assunto da morte é complicado e preocupa-nos... no sábado fui a um funeral de um familiar, observei os rituais... ainda fiquei mais céptico. Distâncias mentais se instauram, o que usa a razão e o que usa a fé para dar resposta ao problema. Tudo o que tem um princípio tem um fim. Todos somos humanos, apesar de vivências diferentes, mas todos morrem... para que serve todas as justificações? Para nada. Fica o nada... a necessidade de acreditar faz-nos diferentes psicologicamente, mas, também não garante o quer que seja. Alimentamos tudo pelo pensamento e na morte não há mais pensamento; em vida temos ilusões e alucinações de como desejamos que a vida fosse para lá da morte e ficamos perturbados, ao ponto que tudo justifica uma imortalidade nos insatisfeitos; ainda se acreditam em crenças do passado ainda que não tenham fundamento... alguns dos meus alunos estão agarrados a isso, confesso que não é fácil demovê-los.
A natureza tudo reduz ao pó, à mistura das partículas e isolamento das mesmas no cosmos, ainda que eu não queira que as situações sejam assim. E somos assim e assim nos desconhecemos... procuramos outras leituras para preenchimento e nada preenche. Porque será? Lentamente vamos deixando de ser o que somos... até um dia do nosso encontro no pó da natureza.
Última hora... um colega faleceu, instaurou-se um silêncio dentro de mim. Estranho... lembro dele no bar dos alunos e na sala de professores, no refeitório, falei algumas vezes com ele. Agora como é? Silêncio e paz à sua alma... todas as palavras que se possam proferir em nada o vão recuperar. Estranho todo este percurso... a lei da vida não perdoa. Deixo uma flor e esta flor outras flores virá ocasionar. Vamos e levamos um abraço para apaziguar a dor de que dilacera... agora fica a memória ou memórias que os sentidos recortaram. Em nome do tempo nos tornaremos tempo... todos.
Vila Real de Santo António, 18 de Maio 2010 - 01:15h
Jorge Ferro Rosa
domingo, maio 16, 2010
sábado, maio 15, 2010
Vincent - Tim Burton
O primeiro trabalho em stop-motion de Tim Burton.
Há um pequeno erro nas legendas - o nome de Edgar Allan Poe aparece erradamente escrito Edgar Allen Poe
quinta-feira, maio 13, 2010
Desfile Histórico
quarta-feira, maio 12, 2010
DEBATE DO GRUPO DE FILOSOFIA ENCHE SALA

Na mesa: Jorge Ferro Rosa, Vitória Batista, Vanda Pereira, Luís Couto, José Carlos Rodrigues e Horácio Morais.


A filosofia na actualidade mexeu com alunos e docentes na Escola Secundária de Vila Real de Santo António! No âmbito das actividades do Grupo de Filosofia, no dia 11 de Maio de 2010, pelas 21:00h, na sala 208, decorreu o debate subordinado ao tema: "(IN)TOLERÂNCIA.
A sala estava cheia e as intervenções foram uma constante. Alunos, professores colocaram os seus pontos de vista sobre o tema em causa, onde os mesmos foram debatidos. Reflectiu-se e ponderou-se sobre os mais diversos casos. Como dizia Umberto Eco "Para se ser tolerante, é preciso fixar os limites do intolerável".
Opiniões foram muito favoráveis. Diálogo polémico gerou reflexão profunda nos mesmos.
O debate foi organizado pelos professores: Jorge Ferro Rosa, Vanda Pereira e José Carlos Rodrigues. O Grupo de Filosofia está de parabéns pelo seu excelente trabalho. Espera-se por outros eventos desta natureza.
terça-feira, maio 11, 2010
domingo, maio 09, 2010
Dia da Europa
O dia da Europa ou dia da União Europeia é uma data comemorativa celebrada anualmente na Europa (ou à União Europeia no dia 9 de Maio. A data escolhida reflecte o dia 9 de Maio de 1950 em que o estadista francês Robert Schuman avançou com a proposta de uma entidade europeia supranacional. Essa proposta ficou conhecida como a Declaração Schuman e é considerada o embrião da actual União Europeia.
O Dia da Europa é juntamente com a bandeira, o hino, a divisa (Unida Na Diversidade) e o euro um dos símbolos da identidade comum da União Europeia. Os festejos e actividades deste dia proporcionam uma oportunidade de aproximação dos cidadãos europeus ao conceito de europa unida e dos povos da União entre si.
sexta-feira, maio 07, 2010
CARTA COM RESPOSTA

(na foto: Helder, Inês Pedrosa e Maria João)
Realizou-se na Biblioteca Municipal Vicente Campinas, em Vila Real de Santo António no passado dia três de Maio de 2010, pelas 21:30h, a “Carta com Resposta” – Teatro Associação Tenda, onde foi representada a "Carta com Resposta" pela actriz Maria João, de Fernando Pessoa. Na segunda parte, como sequência contámos com a presença da ilustre escritora Inês Pedrosa, responsável pela Casa Fernando Pessoa, em Lisboa.
A sala estava cheia, desenvolveu-se posteriormente um interessante diálogo com a escritora e actores.
quarta-feira, maio 05, 2010
terça-feira, maio 04, 2010
Ouvir o Silêncio a Ler

Numa iniciativa louvável a Escola Secundária Artística António Arroio promove, todos os anos, o «Ouvir o Silêncio a Ler». Durante 45 minutos a escola pára e alunos, docentes, auxiliares, funcionários de secretaria, da cantina, da limpeza, etc. ocupam o seu tempo a ler. Nessa quase hora o único ruído que se ouve são as folhas dos livros a passar. Pode ouvir o silêncio a ler aqui:
segunda-feira, maio 03, 2010
Cuidado com o SOL

No dia 3 de Maio, o IPO-Porto, em colaboração com o Núcleo Regional do Norte da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC), vai abrir as suas portas às escolas. Este dia terá como objectivo abordar temas ligados à prevenção do cancro de pele, sensibilizando os mais novos para esta problemática.
O Dia do Sol (assim designado pelo Programa das Nações Unidas para o Ambiente), começará com uma sessão de abertura às 10h00, no Auditório Principal do IPO-Porto. Seguem-se duas pequenas intervenções: “Vantagens e Desvantagens do Sol” pelo Dr. Fernando Ribas, director do Serviço de Dermatologia do IPO-Porto e a “Como tornar o Sol um Amigo” pela Dr.ª Cristiana Fonseca da LPCC. Os alunos da Escola EB 2/3 da Maia terão uma participarão especial, com a peça de teatro “Com o Sol no Coração, Vamos ter Precaução”. A escola EB 2/3 de Alvarelhos, da Trofa, apresentará o projecto “Educação para a Saúde” ao qual serão atribuídos prémios no fim da manhã, entregues pelo Dr. Evaristo Sanches (IPO-Porto) e pela Dr.ª Teresa Osório (LPCC).
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