sexta-feira, novembro 23, 2007

O que eles andam a ler!




A Cidade dos Deuses Selvagens foi o primeiro livro que li de Isabel Allende e só mais tarde é que li o Reino do Dragão de Ouro, que é uma continuação d’A Cidade dos Deuses Selvagens. A história é fabulosa. Fala-nos sobre Alexander Cold, um jovem que vai viver com a extravagante avó Kate, com quem embarca numa viagem pela selva amazónica, em busca de um estranho animal que muito pouca gente viu, apelidado de besta. É sem dúvida o melhor livro que já li, a história, o enredo, as personagens, é tudo fictício mas no entanto parece-nos tão real. Também gostei do Reino do Dragão de Ouro. A história conta com as mesmas personagens mas estas encontram-se desta vez na Cordilheira dos Himalaias, onde procuram a estátua do Dragão de Ouro. Mais uma vez a história é muito cativante devido a toda aventura e mistério, mas sobretudo à mistura da realidade e ficção. Acho que são livros imperdíveis e que podem ser lidos por qualquer pessoa, logo, porque não?

Bárbara Madeira - 12ºAno . Humanidades

O que eles andam a ler!



Na semana passada juntei dois livros ao monte dos «já lidos» - um óptimo policial português, Foi Assim que Aconteceu, primeira obra da escritora Teresa Font, e A Boda Mexicana (nada de muito intelectual, mas um movimentado retrato das famílias do Mexico profundo, do princípio ao fim do seculo XX) e retirei do monte dos «a ler» um livro do meu «namorado radiofónico» Júlio Machado Vaz . Estes Difíceis Amores tinha ficado esquecido quando preferi trocá-lo pelo comovente Tempo dos Espelhos, do mesmo autor. Não estou desiludida com a primeira parte: o médico, na pele das suas pacientes, revela dois casos de amor sólido e profundo nas histórias Abuso de Menor e Crepúsculo no Regaço. Mas a segunda parte foi mais difícil de ultrapassar. (Olhe dr., tive até de saltar umas paginazitas) Mas espreitei mais para diante e o resto melhora, ou antes, adequa-se mais ao meu gosto. E aos de mais gente, porque afinal comprei uma 7ª edição faz agora dois anos.


Maria do Carmo Romão

O que eles andam a ler!






Para quem gosta de geologia e simultaneamente de ficção, “O Rapto” oferece momentos de pura fantasia geológica.
Os Açores e a sua tectónica, as lendas sobre a famosa e evoluída civilização perdida no fundo dos mares, a Atlântida, bem como as viagens no tempo e a evolução dos conhecimentos sobre os mistérios da vida, constituem os ingredientes que Robin Cook juntou nesta obra.

Maria Leonor Gundersen

quinta-feira, novembro 22, 2007

O que eles andam a ler!




Após ter lido dois livros da autora Doreen Virtue, «As crianças índigo» e «As crianças cristal», os quais andam a ser vendidos e lidos por técnicos e não técnicos começando a gerar bastante polémica , dos EUA têm-nos chegado algumas novas terapias, que a muito custo têm de alguma forma ganho adeptos. Hipnoterapia regressiva foi a primeira que apareceu como livro de divulgação aqui há uns anos, que se bem me recordo, foi no final da década de 80 que tais obras apareceram, na tentativa de demonstrar que alguns dos nossos problemas psicológicos actuais têm não origem nesta vida, mas sim numa outra vida vivida anteriormente...
Mas, os vários poderes relatados das crianças cristal na minha opinião geram alguma controvérsia, isto porque a autora não apresenta dados concretos sobre as diversas pseudo faculdades das ditas crianças. Telepatia, telecinésia, outras formas de comunicação, nomeadamente a gestual e grande empatia, são alguns dos aspectos que são referidos para estas crianças «que são reencarnações de seres de um planeta distante», http://www.caminhosdeluz.org/A-251.htm,, levam-nos a duvidar se a autora terá razão, pois que utilizar as técnicas de relaxamento e de ioga para manter estável uma criança HDA – Criança com síndrome de hiperactivadade e desatenção, há muito que é utilizado, e se nalgumas resulta, noutras bem pelo contrário, terão que passar a tomar a velha Ritalina, para conseguir estabilizar o seu comportamento.

José Azevedo

Para ler o texto completo entar em:

http://jotacapa.blogspot.com/2007_08_01_archive.html

segunda-feira, novembro 19, 2007

Vale a pena



Na opinião da profª Mariana as novidades são mais que muitas, pelo que até 5 de Dezembro é aproveitar. Actualizemos as nossas leituras e não esqueçamos que um livro é quase sempre a melhor prenda de Natal e em qualquer idade.

FEIRA DO LIVRO



Ela aí está, melhor de ano para ano.

De 19 de Novembro a 5 de Dezembro
de 2ª a 6ª

HORáRIO

Dia - das 08:00 ás 17:20
Noite - das 19:15 às 22:30

sexta-feira, novembro 16, 2007

Oque eles andam a ler






O meu livro de cabeceira.
Longe de Manaus - O romance da solidão portuguesa.
De Francisco José Viegas

Francisco José Viegas é um escritor e jornalista que leio frequentemente, porque, para além da ficção, escreve e bem sobre outros prazeres: gastronomia, vinhos, charutos e viagens.
Leio com prazer os romances, não por apreciar particularmente o género policial, mas talvez porque extravasam , claramente, esta definição.
No “LONGE DE MANÁUS, o romance da solidão Portuguesa”
O Inspector Jaime Ramos, apesar de mais velho, pesado e já a pensar na aposentação, ganha neste caso, um amadurecimento, uma densidade e profundidade psicológica, de grande qualidade.
Mais do que um romance policial, Longe de Manaus, é um encontro com a nossa História ainda não totalmente compreendida e assumida.
Para mim, o subtítulo “ A solidão Portuguesa”, não é tão evidente depois desta leitura. Jaime Ramos, apesar de manter um certo desencanto que o acompanha noutros casos, parece-me, no final, bastante esperançoso.
Para terminar, gostei bastante de Longe de Manaus; parece-me um excelente romance e o mais sólido e estruturado de Francisco José Viegas.
O mesmo deve ter pensado quem lhe atríbuiu.o Grande Prémio do Romance da Associação Portuguesa de Escritores de 2005.

Mário Sousa

O que eles andam a ler




















Um livro é uma viagem.
Percorremos caminhos sinuosos e planos; deleitáveis e constrangedores… mas seguimos em frente… como na vida… nem que seja pela curiosidade do futuro… do desconhecido… queremos sempre um fim!
Neste momento, é-me impossível ler livros de minha escolha ou preferência… falta de tempo, a escooooolaaaa… enfim… factores que eu poderia contornar, mas as prioridades estabelecem-se e, consequentemente, praticam-se…
Estou, então, lendo “Papalagui”. Durante muito tempo, ficou encostado à almofada… fechado, pronto a ser descoberto, pronto a lançar-me numa viagem fantasiosa.
De uma simplicidade extrema, a leitura é compulsiva e intensamente debatida interiormente.
A visão de um indígena acerca da nossa sociedade leva-nos, muitas vezes, a repensar o nosso modo de vida e reflectir se estamos, realmente, a fazer aquilo que nos compete: ser felizes!
Seremos, realmente, felizes nesta sociedade…? Será que viver no meio da natureza nos tornaria mais alegres, mais livres…? Bem, isso são perguntas que só poderão ser esclarecidas após a leitura do dito livro…
Eu aconselho! E aconselho, ainda mais, um debate connosco próprios… Vamos reflectir o nosso modo de vida… será que estamos a agir do modo correcto? Será que a nossa viagem está num bom caminho…? Que tal iniciá-la já hoje?

Ana Viegas 11º Ano . Humanidades

quinta-feira, novembro 15, 2007

O que eles andam a ler!






Cada vez que inicio uma nova leitura, inicio igualmente uma viagem, uma viagem que me permite descobrir novos mundos através dos olhos – e do coração – daqueles que me ajudam igualmente a abrir os meus…
Às vezes sou surpreendida, outras deleitada, o certo é que não há, mesmo que não tenha conseguido passar das primeiras páginas, leitura que, por um motivo ou por outro, não me traga algo mais significativo à memória.
Neste momento estou acompanhada pelo Último Cais, um romance de Helena Marques que me tem prendido desde a primeira página. Desde possuir uma escrita que flúi naturalmente, a um nítido poder de sedução que perpassa através das personagens que se cruzam e que nos confidenciam emoções e revelam fragilidades. Um romance que nos envolve e que nos recorda que também nós procuramos um porto, um último cais…
Cristina Silveira





segunda-feira, novembro 12, 2007

O que eles andam a ler!


Na escola há quem leia, quem leia muito, quem leia desenfreada ou até compulsivamente. Gente para quem a leitura é um prazer. Um prazer de que não abre mão. Um vício com boas consequências.


Se não os entendes... ou se te identificas...

... não percas!


Brevemente em "O que eles andam a ler!"


(Revelamos os livros de cabeceira de Professores, alunos e funcionários.)
Tu que também lês, faz-nos chegar o eco das tuas leituras.
Envia-nos num texto curto a recomendação pessoal de um livro.

quinta-feira, outubro 25, 2007

Prémio Nacional de Poesia António Ramos Rosa


Nuno Júdice ganha Prémio Nacional de Poesia António Ramos Rosa com o livro As coisas simples
in:

para saber mais sobre o autor:
http://www.astormentas.com/din/biografia.asp?autor=nuno+j%FAdice

Prémio Literário Portugal Telecom


Gonçalo M. Tavares ganhou, no Brasil, o prémio Portugal Telecom.


"Antes de tudo sou leitor.
E tento ser um leitor atento.
Não consigo conceber um escritor que não leia."
in



Para conhecer melhor o autor:

segunda-feira, outubro 15, 2007

Prémio Nobel da Literatura 2007

Doris Lessing

A escritora britânica que é segundo o júri " a narradora épica da experiência feminina" .
Nas palavras de Heder Macedo ao Público(11.10.2007) " foi pioneira na criação de uma consciência feminista na literatura, tem uma atitude de observação do mundo real que faz dela uma das grandes escritoras da literatura inglesa" afável e generosa "com os escritores mais novos a quem dá muito apoio"

Plano Nacional de Leitura

Este ano chega, ao 3º ciclo, o Plano Nacional de Leitura.
O 7º ano de escolaridade pode portanto contar contar com novidades.
Os demais anos também!

segunda-feira, maio 07, 2007

PALAVRAS DA AUTORA SOBRE A SUA OBRA


Um livro é como um filho. Frase feita, gasta, porém não encontramos melhor expressão para defini-lo no seu percurso de vida.
As ideias surgem de um tempo antigo, indefinido, presas na malha psíquica que pressentimos. Chegam aparentemente fragmentadas, dispersas num primeiro olhar.
Recebem-nas emoções, pensamentos, vivências, enfim, sentidos possíveis que as ajudam a reconstruir, a elas e a nós.
Como um filho, pedem-nos tempo, espaço, colo, amor, útero fecundo. Damos-lhe o que podemos. Entre perguntas, dúvidas e angústias questionamo-nos amiúde se lhes demos tudo de que necessitavam. O tempo foi útil?As respostas as mais adequadas? E as vivências?
E como um filho que é, julgamo-lo erradamente nosso. Vamos reparando que tem vida própria, ergue-se lentamente com propósitos diferentes do que anteriormente tínhamos delineado para ele.
Entre a surpresa e o medo, a escrita vai-se erguendo nas palavras possíveis, entre o que delineámos para ela e o corpo que ela própria escolheu para si. De peito erguido decide voar.
Sem tempo para lhe darmos os últimos conselhos, a vida chama-a. Apressada, na urgência de partir, agradece o colo, o tempo, o espaço, o amor. Entre a mão impaciente que se ergue brevemente resta-nos um curto tempo. Apenas o necessário para lhe desejar que caminhe em dia novo, em manhã limpa, em espaço fresco, cumprindo o tempo justo.


maria coriel

quinta-feira, maio 03, 2007

"O CÉU DENTRO DE NÓS" - Sessão de Apresentação



A profª Cristina Silveira, Presidente do Conselho Executivo, fez as honras da casa e, na mesa, deu a direita à autora.

A profª Orlanda Pina (à esquerda na imagem) leu excertos da obra.

Transcreve-se a seguir o texto da apresentação do livro e da autora que esteve a cargo da profª Mariana Pinheiro (à direita na foto).



"Um livro, qualquer livro, é um percurso ou, pelo menos, a face visível de um.
Este, para além disso, é, concomitantemente, um livro sobre percursos, percursos interiores e, eventualmente, de acordo com a leitura que cada um dele fizer, sobre O Percurso o grande, o que dá profundo sentido à vida.
Reflexo ou consubstanciação de uma preocupação constante com a busca do Caminho, esta obra guia-nos de uma forma inteligente e sensível não nos apresentando princípios sem que, em simultâneo, nos não proponha a sua experimentação.
Busca do caminho essa para qual será primordial o equilíbrio entre a disciplina que implica e a benevolência, o amor ou a compaixão.
Creio poder afirmar ser esta uma escrita onde nos vamos encontrando amiúde, prova do conhecimento da natureza humana que patenteia.

Como afirma Francisco Coelho no prefácio ao mesmo “Este livro tem, uma finalidade prevalentemente pedagógica: ensina a perguntar e a responder, isto é, a ser responsável. Nesta perspectiva o peregrino não se afasta nem se isola: une-se. E a peregrinação assim entendida, além de movimento de libertação, é também de repouso, de permeabilidade e de disponibilidade” e “É uma alegria poder ter-se a certeza de que o maravilhoso existiu e existe e de que a certificação de cada prodígio, individualmente considerado, obedece às mesmas regras que a de qualquer acontecimento natural: uma testificação (...) ajuizada por entidades competentes” ou seja “acima de qualquer suspeita de anteporem à indagação o preconceito.”

O Céu dentro de Nós estrutura-se em duas grandes partes.
Uma primeira de exposição dos princípios básicos da filosofia Rosacruz, correspondendo aos primeiros oito capítulos e uma segunda intitulada O dia-a-dia do peregrino.
Nesta segunda parte consegue-se justapor a intemporalidade dos princípios à vivência circunstanciada dos nossos dias, ao ritmo acelerado que os caracteriza e, ao mesmo tempo, ao ritmo individual de cada um.
Nos diferentes capítulos, como num burilado trabalho artesanal surgem ainda, de quando em vez, incrustadas as “Pausas ao Luar” são textos curtos onde se sugere a meditação como modo de vivenciar princípios, de outra forma necessariamente ocos, distantes ou exteriores.

Repleto de imagens de indiscutível qualidade poética, este é um livro cuja tecedura nos remete para a urgência do alargamento da consciência, na senda pessoal de cada um, assim como da abertura de espírito.


Abertura de espírito de que se faz prova quando se convida alguém para apresentar este livro que não se define como sendo Rosacruz, como é o caso presente.
Abertura de espírito, também, quando todas as correntes filosóficas são passíveis de ser apresentadas numa escola pública.
Em particular num momento em que fundamentalismos vários extremam limites e acontecimentos de amplitude histórica ou pontuais no nosso quotidiano nos fazem pensar que se as fogueiras voltassem (as da Inquisição, obviamente) não teriam falta de assistência.

Permitam-me pois que, em véspera de mais um aniversário da revolução portuguesa lhes recorde umas palavras de outra revolução. Falo da revolução francesa e das palavras habitualmente atribuídas a Voltaire « Je ne suis pas d’accord avec ce que vous dites, mais je me battrai jusqu’à la mort pour que vous ayez le droit de le dire», ou seja, “Não estou de acordo com o que diz mas bater-me-ei, até ao final, para que tenha o direito de o dizer”

Perfilhando ou não os princípios Rosacruz, este é um livro onde muitas vezes encontramos a verbalização de algumas verdades que sempre soubemos e para as quais nos faltaram palavras. De muito do que sabemos porque sentimos e sentimos porque sabemos, sem que tal conhecimento passe por uma verbalização, nossa ou de terceiros.
E concluo citando uma frase do livro emblemática para qualquer um que se disponha a trilhar um caminho interior e verdadeiro, na trilha Rosacruz ou noutra: “Herdeiros de um país algures em nós, resta-nos a cruzada por terras sinuosas e escuras.” E acrescentaria , não escuras porque o tenham de ser mas porque nos cabe a nós iluminá-las."
Mariana Pinheiro

UMA BIBLIOTECA VIVA - Lançamento de um novo livro


No passado dia 24 de Abril, foi pequena a biblioteca para a apresentação pública do novo livro "O Céu Dentro de Nós" de Maria Coriel. Foi especial, e especialmente tocante, porque também especial é a relação da autora com a nossa escola. :)

quinta-feira, março 08, 2007






Não esquecer:
existem mais de mil razões para ler um livro,
todas as semanas,
de todos os anos
da tua vida!






Semana da Leitura 2007

A Semana da Leitura 2007 irá decorrer de 5 a 9 de Março,
com o Alto Patrocínio da Senhora Doutora Maria Cavaco Silva.

Esta iniciativa destina-se a celebrar e incentivar o prazer de ler, com múltiplas actividades festivas que promovam a leitura e o encontro entre os livros e os seus leitores, em contexto de sala de aula, nas bibliotecas escolares, nas bibliotecas públicas e em outros espaços que se disponham a colaborar.

quinta-feira, fevereiro 22, 2007

Semana da Leitura

Em breve

Porque há mil razões para ler um livro


A nossa Biblioteca traz-te NOVIDADES também quanto aos livros.
Espreita o nosso expositor exterior.

quinta-feira, janeiro 11, 2007

NOVOS FILMES



A nossa filmoteca enriquece-se e renova-se regularmente.

Tens à tua disposição novos filmes, em video mas sobretudo em DVD!

Confere os novos títulos
nos expositores do espaço mulimedia da Biblioteca!

sábado, dezembro 16, 2006


Escola Secundária de Vila Real de Santo António
Dezembro de 2006



Que esta época festiva traga
a concretização de todos os vossos desejos.

São os votos da equipa da BE/CRE

Isabel Cabeçadas Neto
Ana Maria Mendes
Mariana Pinheiro

E foi uma vez... uma Feira do Livro do Outono.


Obrigada a todos os que nos visitaram.
Que se sigam boas, excelentes, fantásticas leituras !

quinta-feira, dezembro 07, 2006

ÚLTIMO DIA

A Feira encerra hoje!

Ainda vais a tempo de uma compra de última hora.



Um livro é sempre uma boa prenda de Natal.

Oferece a ti próprio momentos de prazer e emoção - um bom livro!

terça-feira, novembro 14, 2006

quinta-feira, novembro 02, 2006


De 20 de Nov. a 7 de Dez.
a nossa, já habitual,
FEIRA DO LIVRO DO OUTONO
estará
de volta.



Dia Internacional das Bibliotecas Escolares - 23 de Outubro

sexta-feira, outubro 27, 2006

VALE A PENA LER E RELER


Apresentação do livro O Último Papa

Quando um livro pede para ser apresentado, pede o nosso tempo, a nossa atenção. E silêncio também. Para ouvir os sentidos que se desvendam a partir dos contornos das letras e dos sinais.
Porém, outra voz se fez ouvir. Também. A do poeta Caeiro. Veio em meu auxílio. Juntos tentámos escutar os murmúrios, alguns mais perceptíveis do que outros. Vento suave que se erguia lentamente das folhas. Eis o que escutámos:

Aqui está um livro que incomoda. Como diria o poeta “Pensar incomoda como andar à chuva..
Este thriller cheio de suspense e acção parte de um facto real: a morte de João Paulo I. A intriga, desenvolvida num estilo vivo e dinâmico, gira à volta do motivo da sua morte, motivo esse que se afasta da verdade histórica. E ficamos a saber pela trama que a morte do Papa foi pensada, delineada e executada por outros. Portanto, não morreu de enfarte, como a verdade histórica nos faz crer. O que sabia este Papa de tão tenebroso? Que reformas tinha em mente para o Vaticano? Por que razão dispensou serviços de antigos servidores e requisitou outros?
Pensar incomoda como andar à chuva.

Sabemos ainda que o autor teve acesso a documentos que podem pôr em causa a verdade histórica. O que pensar, então? Que o autor não interpretou correctamente as fontes e brinda-nos com um final fantasioso e macabro? Ou serve-se da ficção para esconder a verdade ?
Pensar incomoda como andar à chuva”.


A escrita inquieta e inquietante desvenda mensagens muito incómodas que não chegaram a ver a luz do dia. A urgência de alguns objectivou-se num plano para silenciar Sua Eminência para sempre. E se tiver sido mesmo assim? Onde está o poder que quer viver submerso na sombra? Para onde nos conduz? Onde está a verdade? Onde se esconde a mentira?
Pensar incomoda como andar à chuva..


Que pensar de Deus que se mantém silencioso vendo os homens matarem-se enleados na própria teia? Que dizer do seu silêncio perante o dedo inquiridor dos homens?
O poeta ajuda-nos mais uma vez:
Pensar em Deus é desobedecer a Deus,
Porque Deus quis que não o conhecêssemos,
Por isso se nos não mostrou...

E acrescento eu: Por isso, escondeu-se no coração dos homens.
Pensar incomoda como andar à chuva



Que pensar sobre a religião? Que manipula o pensamento do homem para manter o poder sobre o próximo? Que nos atormenta com as penas infernais para nos manter acorrentados ao medo? Que manipula a informação para esconder comportamentos menos dignos?
Pensar incomoda como andar à chuva



No labirinto confuso do nossos pensamentos, no marulhar inquieto das dúvidas e das hipóteses há uma voz límpida que nos resgata e se impõe ouvir: “Religião? Quem é que falou em religião? Deus não tem nada a ver com isto.”

Profª Ana Luísa Cavaco

Foi um Êxito













Como se esperava, constituíu um assinalável êxito, o lançamento do livro "O Último Papa", na nossa Biblioteca, com a presença do autor.
Na mesa, para além do convidado (o autor) e da profª Isabel Neto, coordenadora da Biblioteca, tomaram lugar a profª Cristina Silveira, Presidente do Conselho Executivo que, como anfitriã, abriu a sessão e a profª Ana Luísa Cavaco que cumpriu o encargo de apresentar a obra, lendo um belo texto que para além dessa função estrita, deixa no ar um interessante e polémico conjunto de interrogações e reflexões sobre religião. (ver destaque em "post" especial).

Na fase de perguntas e respostas, que cobriram a vida e a obra do escritor, dezenas de alunos e alguns professores animaram um debate vivo e participado que se prolongou para além do encerramento formal da sessão!

No final, como é de praxe, o autor autografou exemplares do livro aos interessados.

UMA INICIATIVA COM INTERESSE

quinta-feira, setembro 21, 2006

Ano Novo vida nova na Biblioteca

É um prazer dar as boas vindas a todos os nossos utilizadores, numa Biblioteca ainda mais atractiva e espaçosa.
As áreas disponíveis estão com novo visual e mais amplas.
O Espaço Multimédia/Internet é um verdadeiro espanto. Visitem-nos e constatem!
Depois ofereçam as vossas sugestões, por favor.
Um Bom Ano Lectivo para todos, são os votos de

Ana Mendes (uma das professoras da Equipa Pedagógica)