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terça-feira, maio 28, 2024

LIVROS USADOS - OFERECIDOS NO DIA ABERTO (23 de maio)

 

Como é do conhecimento, durante o mês de fevereiro, decorreu mais uma simbólica Feira do Livro, com obras provenientes do abate na sala e no arquivo da Biblioteca. Tratou-se de encontrar um destino para os livros que não têm cabimento nas nossas instalações e de, simultaneamente, promover a leitura.

Entretanto, foram, também, estabelecidos, pela Professora Bibliotecária, contactos com as Bibliotecas Escolares da da Rede de Bibliotecas do Baixo Guadiana para encontrar novos e úteis destinos para os livros.

Continuou-se o desbaste e outras obras foram selecionadas, por isso, aproveitando a existência do Dia Aberto à Comunidade, foi colocada, à entrada da Biblioteca, uma bancada com Livros Oferta para os visitantes

Aqui fica o registo. 

O material em piores condições foi, há semelhança de outros anos, canalizado para a "Campanha do Papel", promovida pelas Misericórdia Portuguesa, em prol dos mais necessitados.


                                                                                      ATENÇÃO

A Biblioteca vai continuar a sua atividade de desbaste e abate de materiais e promete, no próximo ano letivo, promover atividades de permuta de livros na comunidade escolar.


quarta-feira, maio 08, 2024

CLUBE DE XADREZ NA BE DA ESVRSA

 O Clube de Xadrez iniciou hoje, dia 8 de maio, a sua atividade na Biblioteca da Escola Secundária de Vila Real de Santo António. Todas as quartas feiras, a partir das 14 horas, o aluno Luna Andrade, do 11.º F, estará disponível para ensinar os colegas interessados em aprender ou aperfeiçoar o jogo.


Os alunos da EB 2/3 Infante D. Fernando, Afonso Moura, Nº 1; Diego Silva, Nº 5; Luís Glória, Nº 8 e Tomás Nunes, Nº 12 da turma do 9.º E, foram os primeiros jogadores deste Clube. 

                  Vem daí. Vais adorar.

terça-feira, março 26, 2024

RECITAL: 0 PRINCÍPIO DA IGUALDADE EM POESIA E CANÇÕES

No dia 1 de fevereiro ocorreu o recital "O Princípio da Igualdade em Poesia e Canções" com o cantautor Afonso Dias, dirigido aos alunos do ensino secundário. 

 

Tratou-se de um momento enquadrado nos 50 anos das Comemorações do 25 de Abril de 1974.

Estiveram presentes os alunos das turmas  acompanhados pelos professores. A sala dos grandes grupos tornou-se pequena para comportar tanto público e algumas turmas não puderam estar presentes nesta sessão única por falta de espaço.

A sessão foi iniciada com uma leitura, seguida de explicação, do princípio da igualdade expresso na Constituição da República, na qual o artista participou na elaboração.

Seguiram-se os poemas e as canções proibidas antes do Dia da Liberdade e as mensagens cantadas após a revolução.

No final da sessão, os alunos e os professores cantaram a senha do golpe militar do 25 de abril, a "Grândola Vila Morena".

Devido ao grande interesse manifestado pelos presentes para a repetição do evento para todas as turmas do 9 ano e do ensino secundário da escola, a Coordenadora das Bibliotecas do Agrupamento no momento em funções irá estabelecer contactos com o artista, a Câmara Municipal e o Director do Agrupamento para providenciar as sessões necessárias a ocorrer no primeiro período do próximo ano letivo.

 


 


quarta-feira, março 20, 2024

PALESTRA ALUSIVA AO 25 DE ABRIL DE 1974

Hoje, dia 20 de março, das 9 às 11 horas, a Biblioteca Escolar em colaboração com a Associação Cultra Abriléagora, realizou uma Palestra com o investigador Gil Gonçalves alusiva à Revolução de 25 de Abril de 1974.

Cerca de 80 alunos, das turmas 10.º B, 10.º E, 10.º I, 12.º E, 104 e 114, acompanhados pelos seus professores, Paulo Cabeiro, Constança Saias, Anabela Ferreira, Oliva Valente, Lurdes Moedas, Óscar Teixeira e Ângela Fernandes participaram neste evento, em que o convidado abordou o tema na perspetiva da contribuição estudantil e procurou que os estudantes colaborassem no evento.


Bionota de apresentação do convidado

Licenciado em História pela Nova Faculdade de Ciências e Humanas e mestre em História Contemporânea, pela mesma instituição, com a dissertação "Eanismo, Otelismo e a questão da "normalização" democrática (1975-1976)". Este é investigador no Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa/ Laboratório Associado para a Investigação e Inovação em Património, Artes, Sustentabilidade e Território e doutorado em Estudos sobre a Globalização.


A Revolução de 25 de Abril de 1974

Porque ocorreu?

Como mudou a sociedade portuguesa?


Partindo da definição de Revolução, o investigador com a colaboração das intervenções dos alunos, concluiu que no início se definiu, inicialmente, por um golpe militar, mas que a revolução surgiu, depois, como consequência desse golpe.
A ideia consensual de revolução na sala foi de transformar, para melhor, uma sociedade. A revolução ficou a dever-se a um conjunto de razões com antecedentes na Luta pela Liberdade que se acelera, a partir de 1958, com as eleições presidenciais quando a população constata, de forma óbvia, que o processo havia sido fraudulento. Nestas eleições o General, em exercício, Humberto Delgado apresenta-se contra o candidato do governo Américo Tomás, pela União Nacional, e alega, em entrevista, que se ganhasse as eleições demitiria Salazar. Pela primeira vez um candidato não desiste do propósito e enfrenta a máquina do governo até ao fim do processo eleitoral. A partir daí verifica-se, até 1974, o desgaste do regime.
Os dois grandes pilares do regime, os militares e vários setores da igreja, contestam o governo.
Em 1961 dá-se o assalto ao Santa Maria e o paquete vê, simbolicamente, o seu nome transformado em Santa Liberdade.
Surge a Abrilada, ato político que resultou em golpe frustrado dos militares, e inicia-se a Guerra Colonial, em Angola.
Acontece a Operação Vagô de grande difusão internacional, abafada em Portugal pelo aparelho da Censura.
Em 1971 Portugal perde os territórios portugueses na Índia (Goa, Damão e Diu) e o Império começa a desfazer-se. No continente, as greves nas fábricas, por melhores condições de vida, são reprimidas.

O papel dos estudantes no 25 de Abril

No fim da monarquia, a taxa de analfabetismo em Portugal era enorme. (81% das mulheres e 78% dos homens não sabia ler nem escrever). Se compararmos com os números nos demais países da Europa, pode-se dizer que, no final do século XIX, já não havia analfabetismo.
Salazar apostou no ensino primário e a escolaridade obrigatória ia até ao 4.º ano. A escola estava dividida por género. Isto é: haviam escolas primárias e liceus para rapazes e outros para raparigas)
Dados daquela época apontam para cerca de 4000 alunos a estudar nas Universidades, enquanto hoje o número de estudantes no ensino superior aponta para 400 000.
Na altura só os filhos das elites é que frequentavam o ensino universitário que se traduzia por um espaço de reprodução das elites e não de ampliação dos conhecimentos e de liberdade.

Partindo da frase de Jorge Sampaio: "O 25 de Abril começou a 24 de março de 1962"

A 24 de março celebra-se o Dia do Estudante, mas a celebração foi proibida pelo Estado Novo desde as eleições presidenciais, uma vez que os jovens eram muito contestatários e o governo temia que aquele dia se tornasse uma oportunidade de subversão. Ressalve-se que surgiram, nas Faculdades da época (Porto, Lisboa e Coimbra), as Associações de Estudantes com a preocupação de dar aos colegas o acesso à cultura e a textos proibidos em Portugal, que se tornam oposição ao governo. E, apesar do dia não poder ser comemorado, os estudantes concentraram-se e envolveram a população próxima da universidade de Lisboa. Todavia, o resto da população desconhece o que se passa. Consequência, a polícia expulsa os estudantes desta concentração estudantil que tinha já, em 1962, um vinco politico muito pronunciado.
Estas Associações de Estudantes tinham jornais estudantis que divulgavam estas notícias que, devido à censura, não chegavam aos jornais diários nacionais. A imprensa estudantil não tinha tiragem periódica e escapava às malhas da censura. A Cultura passou a ser uma arma. As Associações Estudantis passavam filmes de sociedades diferentes, de regimes democráticos, que davam acesso a um conjunto de ideias que não passavam no sistema de ensino vigente.

As universidades sofrem uma perda da autonomia  

Marcelo Caetano, enquanto da Universidade de Lisboa, não concorda com a intervenção policial dentro daquele espaço e coloca-se do lado dos estudantes.
Os estudantes 
- pretendem a democratização
- são contra a violência policial
- desejam a autonomia das associações de estudantes

Como as Associações Estudantis são focos de oposição ao regime, o Estado Novo fecha-as  ou substitui os estudantes que as lideram por pessoas não contestatárias.

Como consequência da ausência do direito de expressão e de reunião, os alunos fazem o Luto Académico que se traduz na greve às aulas e, durante o período de greve, reúnem-se para debater a situação política. Como forma mais radical de protesto, 82 estudantes fazem greve de fome na cantina da universidade. Resultado a polícia expulsa à força os alunos. Os que foram presos continuaram este tipo de greve na prisão. 

As Cheias de 1967 

As cheias de 1967 foram o primeiro registo das elites estudantis com a sociedade real. Destas cheias resultou muita destruição, mas, também, foi revelada a miséria que o estado potencializava. Como resultado, a censura teve de entrar em ação e as notícias das cheias foram suspensas.

Em 1969, a Crise Académica

Esta crise refletiu os 10 anos da Guerra Colonial, para a qual os jovens foram chamados, e, simultaneamente, a consciência da realidade nacional demonstrada pelas cheias de 1967.
Em Portugal fizeram-se grandes manifestações estudantis de rua, em Coimbra, e greves aos exames. A GNR e os militares ocuparam a cidade e os estudantes envolvidos foram, de imediato, recrutados para combater na Guerra Colonial.
Em França, na mesma altura, há um grande movimento estudantil.

Final da Taça de Portugal

Na final da taça de Portugal a Académica enfrenta o Benfica. Os estudantes pensam que iriam ter visibilidade na televisão e na rádio e que no final do jogo fariam um grande comício. Estava prevista a intervenção do Dr. Alberto Martins, então presidente da Associação de Estudantes de Coimbra, se a equipa estudantil vencesse. A transmissão do jogo foi proibida e a tribuna presidencial esteve vazia durante o jogo. O Benfica venceu na segunda parte com um golo do Eusébio. Ficou para a história a gravação do jogo pela televisão portuguesa, que pode ser requisitada ao Arquivo da RTP.

Casa do Estudante do Império

A casa do estudante do império, criada pela Ditadura, vai contribuir para desfazer o próprio regime quando os estudantes percebem que têm afinidades e ideias comuns anticolonialistas. 
Os estudantes denunciam o racismo e o imperialismo e colocam-se do lado do Vietname na guerra dos Estados Unidos, como forma encapuçada de fazer a contestação à Guerra Colonial.

A Luta nos Liceus

As proibições nos Liceus:

- usar fatos e saias curtas
- usar maquilhagem
- andar sem bata nas escolas femininas
- usar camisas de colarinho aberto e mangas arregaçadas
- contactar rapazes nas imediações das escolas femininas

Não havia telemóveis nesse tempo, mas a contestação fazia-se através dos jornais estudantis.
Haviam 33 jornais de escola. Os redatores tinham entre os 14 e os 17 anos. Os jovens faziam todo o processo de elaboração dos jornais e a própria distribuição. As tiragens eram de 500 a 1000 exemplares. Apesar de, os diretores, os professores os funcionários das escolas e a policia do estado vigiarem a distribuição. Vários estudantes foram suspensos e detidos.

O regime Marcelista acabou por seguir a linha de Salazar.
Um estudante morreu e virou mártir nestes anos e no pós 25 de Abril.


Pós 25 de Abril

Os estudantes asseguraram Campanhas de Alfabetização, de Educação Sanitária, de Educação Sexual e de Controlo da Natalidade da População (Não havia Serviço Nacional de Saúde) nas zonas interiores do país. Simultaneamente, levaram a Cultura à População que nunca tina visto cinema ou teatro.
A juventude portuguesa partilhou um grande sentimento de generosidade com os adultos e as pessoas da terceira idade.

O Algarve e o Dia da Liberdade

O Município de Loulé salvou, de imediato, a Junta de Salvação Nacional.

Em Vila Real de Santo António as medidas práticas, mais urgentes, tomadas após a revolução foram as que se prenderam com a habitação, os esgotos e os sanitários públicos (não havia nas casas), a pavimentação das estradas e os transportes públicos.
Nas imediações da ESVRSA existe a Rua Catarina Eufémia, em homenagem à camponesa morta no Alentejo nos anos 40, símbolo de resistência, adoptada como mártir do regime.









Terminada a palestra restou o agradecimento à Associação Cultra Abriléagora e ao Investigador Gil Gonçalves. Este revelou ter gostado do convite e da forma como foi recebido. Ficou a vontade de voltar. Quem sabe? Talvez, um dia.
    

segunda-feira, março 18, 2024

CONCURSOS DE LEITURA PARA O 3.º CICLO E ENSINO SECUNDÁRIO - ALTERAÇÃO DA DATA DE REALIZAÇÃO DAS PROVAS



ATENÇÃO À NOVA DATA DE REALIZAÇÃO DAS PROVAS DOS CONCURSOS DE LEITURA PARA O 3.º CICLO e PARA O ENSINO SECUNDÁRIO.


As Provas de Escola realizam-se no dia 10 de abril (primeira quarta feira do 3.º período), pelas 14.10 horas, na Biblioteca Escolar da ESVRSA.


Uma vez que a prova vai ter lugar depois da interrupção da Páscoa, ainda te podes, inscrever, requisitar e ler as obras selecionadas, para os dois ciclos de estudos, pela Equipa da Biblioteca Escolar e Professores de Português, a saber:

  • O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, uma história de amor de Jorge Amado (3.º Ciclo)
  • Amor de Perdição, de Camilo Castelo Branco (Ensino Secundário).
 


ESPERAMOS POR TI.


terça-feira, janeiro 09, 2024

CONCURSOS DE LEITURA PARA OS ALUNOS DO 3.º CICLO E DO ENSINO SECUNDÁRIO


A Biblioteca da Escola Secundária de VRSA irá realizar no dia 28 de fevereiro (quarta feira), pelas 14h 10m, os Concursos de Leitura do 3.º Ciclo e do Ensino Secundário. 

As obras selecionadas para leitura, pela equipa da biblioteca escolar, foram:
  • O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, uma história de amor de Jorge Amado (3.º Ciclo)

  • Amor de Perdição
    , de Camilo Castelo Branco (Ensino Secundário).


Os alunos interessados em participar devem inscrever-se no balcão de atendimento e solicitar as obras propostas à Dona Maria José Nunes.

A realização dos testes é muito acessível, uma vez que devem assinalar a hipótese correta de resposta. De acordo com o regulamento, em caso de empate, o menor tempo de realização será o único fator de desempate.

Vem daí. 
É bom participar.


segunda-feira, janeiro 08, 2024

MARATONA DE CARTAS 2023


Junte-se a nós no maior evento de Direitos Humanos do Mundo!
Participe com a sua escola na Maratona de Cartas


 Todos os anos a Amnistia Internacional, promove uma campanha, a Maratona de Cartas, a nível global, em que desafia todas as pessoas a agirem em defesa de quem se encontra em risco.

Este ano a Campanha de Assinaturas é em defesa de cinco pessoas e comunidades muito especiais: Ahmed Mansoor, Ana Maria Santos Cruz, Maung Sawyeddollah, Thapelo Mohapi e o Movimento AbM e Uncle Pabai e Uncle Paul.

A campanha está em vigor até 31 de janeiro de 2024 e o código de participação para o nosso agrupamento é o 2575.

A escola que obtiver mais participações receberá a visita de uma delegação da Amnistia Internacional.

SABER MAIS SOBRE OS CASOS DA MARATONA DE CARTAS

A nossa assinatura (alunos e professores) é importante! 

A nossa ajuda pode fazer a diferença na vida destas cinco pessoas e comunidades, devolvendo-lhes os direitos por que lutam e pode contribuir para um mundo livre de perseguições, detenções, tortura, abusos e julgamentos injustos.

ASSINAR MARATONA DE CARTAS 2023

Podes ainda optar por enviar uma mensagem, desenho ou postal de solidariedade e a Amnistia internacional fará chegar a qualquer um dos Casos da Maratona de Cartas. 

ENVIAR MENSAGEM DE SOLIDARIEDADE

Também, se o desejares, podes entregar o teu trabalho nas  bibliotecas do agrupamento. Nós tratamos por ti do envio.

Junta o teu nome às petições!

Cada assinatura é um passo em direção à justiça e à defesa dos direitos humanos. 

A Amnistia Internacional e a  Equipa das Bibliotecas Escolares do Agrupamento conta contigo.


Obrigado pela tua participação,
 nesta iniciativa em prol da Cidadania e dos Direitos Humanos.


terça-feira, novembro 28, 2023

EXPOSIÇÃO MARCELISMO: OS ANOS DO FIM

 

 As Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas de Vila Real de Santo António pretendem assinalar, condignamente, o 50.º aniversário da revolução do 25 de abril de 1974, nestes nossos espaços escolares privilegiados de divulgação da cultura e do conhecimento.

Nesse sentido, a BE da ESVRSA tem patente nas suas instalações uma exposição alusiva ao Marcelismo, organizada e montada pela Comissão Científica da Associação Cultural CULTRA, desde o dia 07 de novembro até ao dia o4 de dezembro.

A professora Lurdes Moedas e os alunos da disciplina de História do 12.º E e do 12.º G já visitaram a exposição.

Esperamos mais visitantes.




 

EXPOSIÇÃO "25 N"

 

 As bibliotecas escolares do agrupamento têm a liberdade de apresentar a exposição "25N", elaborada pelo Instituro + Liberdade, alusiva ao 25 de novembro e ao Prec, da forma que melhor se adequa às nossas instalações e recursos disponíveis.

Os dois exemplares da exposição estarão patentes nas duas bibliotecas de 13 de novembro a 15 de dezembro.

 Na BE da ESVRSA, a professora Lurdes Moedas e os alunos, da disciplina de História, do 12.º E e do 12.º G já visitaram a exposição.

Esperamos mais visitantes.



 

sexta-feira, novembro 10, 2023

FEIRA DO LIVRO USADO

 

Temos à disposição na nossa Biblioteca Escolar mais uma Feira do Livro Usado.

Se, ainda, não tiveste oportunidade de vir à Feira, aparece.

 

 Estamos à tua espera


A feira aguarda por ti até ao final do mês.

Propõe um valor e leva o que quiseres.

                                              O importante é leres.

 

 

Traz os teus amigos.

Encontro com o Escritor Sandro William Junqueira

 

 


 No dia 26 de outubro, a Biblioteca Municipal Vicente Campinas organizou duas sessões com o Escritor Sandro William Junqueira. 

A primeira sessão foi organizada com a Biblioteca Escolar da ESVRSA e teve lugar, pelas 15 horas, na Sala dos Grandes Grupos da Escola Secundária.

Os discentes das turmas do 7.º B, 9.º B, 103, 104 e 11A, acompanhados pelos seus professores, tiveram a oportunidade de participar no Encontro com o Escritor, em que ele falou um pouco sobre a sua obra e a criação literária. Os alunos mostraram-se muito interessados e participativos.

 A nossa biblioteca tem à disposição dos utilizadores interessados as seguintes obras deste autor que, em 2015, foi nosso convidado na Semana da Leitura: O Caderno de Algoz, Um Piano para Cavalos Altos e No Céu Não Há Limões

No final da tarde, pelas 18 horas, ocorreu, na Biblioteca Municipal de Vila Real de Santo António, a segunda sessão para o público em geral.




     As fotos publicadas são da autoria do Professor Bibliotecário da EB 2/3 IDF César Garcia.

 

Se estiver interessado, consulte  o site:

http://livrosietc.blogspot.com/2015/03/novidades-conversa-com-o-escritor.html